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Design no centro da estratégia

12 de janeiro de 2018

IED Apresenta na Harvard Business Review
JUNHO 2017

 

Por Victor Falasca Megido, diretor-geral do IED Brasil

Estamos nos primeiros passos de uma revolução impulsionada pelo uso das novas tecnologias (e pelo design) que vêm alterando profundamente a maneira como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Observe, a lógica capitalista, por exemplo, está sendo invertida. Não se trata mais de ter, mas sim de compartilhar o uso de bens e serviços.

Se num passado não muito distante as empresas viviam sobre o mantra dos processos, hoje, elas precisam considerar novas possibilidades; humanizar suas relações com o mercado consumidor e adaptar-se aos mais variados contextos. Como destaco no livro “A Revolução do Design”, entramos na era das inteligências criativas, na qual a disrupção será uma constante. Estudos, inclusive, já indicam que 60% das profissões do futuro próximo ainda não existem.

Mas como estar preparado para o incerto? Nesse sentido, o design é uma ferramenta fundamental que atua, interfere, estimula, colabora, inova e provoca. Por meio do design, as organizações podem repensar o futuro de seus negócios de forma mais estratégica e humanizada. Um exemplo prático é como a indústria automobilística pensa no futuro de seus negócios. Será que a mobilidade urbana ainda suportará o atual modelo de carros? As pessoas ainda estarão dispostas a comprar automóveis? Ou ainda seria possível para a atual indústria automobilística trabalhar com um outro modelo de negócios?

Essas são perguntas que o design ajuda a responder. O uso do Design Thinking nas organizações, portanto, possibilita novos empreendimentos, facilita a inserção de novas ideias e viabiliza futuros. Percebo que cada vez mais os profissionais buscam no design o oxigênio necessário para os negócios.

É claro, precisamos entender ainda de forma mais abrangente a velocidade e a amplitude dessa nova revolução. Contudo, já temos indícios de que esse novo modelo renderá bons frutos. Na última edição do World Economic Forum, por exemplo, uma conclusão chamou a atenção de todos: recursos atrelados à transformação digital podem injetar US$ 100 trilhões (de dinheiro novo) na economia mundial na próxima década. Motivos suficientes para olhar para o tema com mais carinho, certo?

Nesse contexto, o Instituto Europeu de Design, faculdade internacional de design, inicia uma jornada com os leitores da Harvard Business Review Brasil que revelará esse admirável mundo novo. Sem dúvida, toda revolução gera medos e incômodos num primeiro momento. Todavia, mostraremos aqui nessa coluna Design & Negócios, ao longo de um ano, como olhar para esse novo cenário de uma forma positiva, observando as oportunidades de novos negócios.

Boa leitura e uma ótima revolução!


Victor Falasca Megido é diretor-geral do Instituto Europeo di Design – IED Brasil. Formado em Comunicação pela Università La Sapienza, de Roma, e Executive Master em Marketing & Sales pela SDA Bocconi, de Milão, e pela Esade Business School, de Barcelona. Estudou como sociólogo Domenico De Masi, colaborando com os eventos formativos em Ravello, Paraty e São Paulo. Professor de cursos de pós-gradução, conferencista e autor de livros de Marketing e Branding. Trabalhou na área de Propaganda & Marketing de empresas multinacionais. Foi diretor-geral da agência italiana de comunicação Armosia no Brasil.


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IED Apresenta na Harvard Business Review
JUNHO 2017

 

Por Victor Falasca Megido, diretor-geral do IED Brasil

Estamos nos primeiros passos de uma revolução impulsionada pelo uso das novas tecnologias (e pelo design) que vêm alterando profundamente a maneira como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Observe, a lógica capitalista, por exemplo, está sendo invertida. Não se trata mais de ter, mas sim de compartilhar o uso de bens e serviços.

Se num passado não muito distante as empresas viviam sobre o mantra dos processos, hoje, elas precisam considerar novas possibilidades; humanizar suas relações com o mercado consumidor e adaptar-se aos mais variados contextos. Como destaco no livro “A Revolução do Design”, entramos na era das inteligências criativas, na qual a disrupção será uma constante. Estudos, inclusive, já indicam que 60% das profissões do futuro próximo ainda não existem.

Mas como estar preparado para o incerto? Nesse sentido, o design é uma ferramenta fundamental que atua, interfere, estimula, colabora, inova e provoca. Por meio do design, as organizações podem repensar o futuro de seus negócios de forma mais estratégica e humanizada. Um exemplo prático é como a indústria automobilística pensa no futuro de seus negócios. Será que a mobilidade urbana ainda suportará o atual modelo de carros? As pessoas ainda estarão dispostas a comprar automóveis? Ou ainda seria possível para a atual indústria automobilística trabalhar com um outro modelo de negócios?

Essas são perguntas que o design ajuda a responder. O uso do Design Thinking nas organizações, portanto, possibilita novos empreendimentos, facilita a inserção de novas ideias e viabiliza futuros. Percebo que cada vez mais os profissionais buscam no design o oxigênio necessário para os negócios.

É claro, precisamos entender ainda de forma mais abrangente a velocidade e a amplitude dessa nova revolução. Contudo, já temos indícios de que esse novo modelo renderá bons frutos. Na última edição do World Economic Forum, por exemplo, uma conclusão chamou a atenção de todos: recursos atrelados à transformação digital podem injetar US$ 100 trilhões (de dinheiro novo) na economia mundial na próxima década. Motivos suficientes para olhar para o tema com mais carinho, certo?

Nesse contexto, o Instituto Europeu de Design, faculdade internacional de design, inicia uma jornada com os leitores da Harvard Business Review Brasil que revelará esse admirável mundo novo. Sem dúvida, toda revolução gera medos e incômodos num primeiro momento. Todavia, mostraremos aqui nessa coluna Design & Negócios, ao longo de um ano, como olhar para esse novo cenário de uma forma positiva, observando as oportunidades de novos negócios.

Boa leitura e uma ótima revolução!


Victor Falasca Megido é diretor-geral do Instituto Europeo di Design – IED Brasil. Formado em Comunicação pela Università La Sapienza, de Roma, e Executive Master em Marketing & Sales pela SDA Bocconi, de Milão, e pela Esade Business School, de Barcelona. Estudou como sociólogo Domenico De Masi, colaborando com os eventos formativos em Ravello, Paraty e São Paulo. Professor de cursos de pós-gradução, conferencista e autor de livros de Marketing e Branding. Trabalhou na área de Propaganda & Marketing de empresas multinacionais. Foi diretor-geral da agência italiana de comunicação Armosia no Brasil.


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