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IED Parla dedicado ao artista plástico Amador Perez

02/12/2016 | 19h53

IED Rio convida o artista plástico Amador Perez para participar de mais uma edição do IED Parla. O objetivo é prestar uma homenagem ao trabalho do artista que tanto contribuiu para as artes gráficas. Amador é um grande artista carioca, e brilhante professor, com um trabalho voltado à arte do desenho. Em sua obra utiliza o desenho como linguagem para levantar questões relacionadas à reprodução da obra de arte e reinterpreta obras do passado. O evento acontece no dia 15/12 às 19h no Istituto Europeo di Design, na Urca.

 

Inscrições gratuitas: iedr.io/iedparla_amador_perez

 

Nas décadas de 1960 e 1970 estudou com Aloísio Carvão e Anna Bella Geiger, entre outros, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Ingressou em 1971 na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ, transferiu-se em 1974 para a Escola de Belas Artes, onde estudou com o cenógrafo Hélio Eichbauer, e em 1976 graduou-se em Projeto Gráfico.

Iniciou sua carreira em 1973 participando da exposição coletiva Jovem Arte Contemporânea no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Em 1977 realizou a sua primeira exposição individual, Vaslav Nijinski, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Dando continuidade ao seu trabalho, em 1981 expôs individualmente na Galeria Cesar Aché, no Rio de Janeiro, em 1985, na Galeria Arco, em São Paulo, e participou de feiras de arte no Brasil, na Alemanha e no Japão.

O desenvolvimento de sua trajetória na década de 1990 inclui participação na 21ª Bienal de São Paulo, exposições individuais no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, no Instituto Moreira Salles, em Poços de Caldas e São Paulo, na Scuola Internazionale di Grafica, em Veneza, no Museu Nacional de Belas Artes e no Paço Imperial, ambos no Rio de Janeiro. Também participou de coletivas no Brasil, Argentina, Colômbia, México, França, Inglaterra e China. Mais recentemente, em 2012, integrou a exposição Da margem ao limiar: arte e design brasileiros no século 21 na Somerset House em Londres.

Acervos de renomadas instituições culturais brasileiras e estrangeiras possuem obras suas, como o Museu Nacional de Belas Artes, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte Contemporânea da USP e Coleção de Arte Latino-Americana da Universidade de Essex, Inglaterra. Além disso, peças do seu trabalho integram coleções particulares como, Gilberto Chateaubriand, Luis Antonio de Almeida Braga, Guita e José Mindlin, Bruno Musatti, Harlan Blake (Nova York) e Richard Hedreen (Seattle).

Entre suas premiações destacam-se o 1º Prêmio de Desenho do 8º Salão Carioca, 1984, e o 1º prêmio, Governador do Estado, do 4º Salão Paulista de Arte Contemporânea, 1985.

Seu trabalho é citado em bibliografias especializadas como História geral da arte no Brasil (Walter Zanini, Instituto Moreira Salles, São Paulo, 1984) e Cronologia das artes plásticas no Rio de Janeiro — 1816/1994 (Frederico Morais, Top Books Editora, Rio de Janeiro, 1994).

Em 1983 publicou o livro Nijinski: imagens, com texto de Júlio Castañon Guimarães, produção independente, e em 1999, Coleção do artista, com textos de Frederico Morais e Fernando Cocchiarale, pela Editora Fraiha, no Rio de Janeiro.

Suas atividades como docente incluem a ESDI (Escola Superior de Desenho Industrial da UERJ), até 2011, e a PUC-Rio, Departamento de Artes e Design, onde permanece lecionando.

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