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COOLHUNTING, TENDêNCIAS, CONSUMO E CRISE

Coolhunting, tendências, consumo e crise

*Por Bruno Pompeu

 

 

Faz pelo menos dez anos que a questão do consumo passou a ocupar espaço central em diversos contextos. Congressos acadêmicos foram realizados, programas de pós-graduação foram abertos, inúmeras pesquisas foram contratadas, matérias jornalísticas foram publicadas… enfim, o assunto ficou em alta e a palavra “consumo” se popularizou. Não, isso não quer dizer que antes disso o consumo não tivesse sido estudado ou que não fosse mesmo um assunto importante. Pelo contrário: são do final do século XIX alguns dos estudos fundantes do pensamento humanista que se deposita sobre o fenômeno do consumo. Isso sem falar nas publicações e nos autores das ciências sociais – sociologia e antropologia – da década de 60 do século passado, até hoje basilares para quem quer estudar o assunto.

Mas o fato é que o consumo, como fenômeno sociocultural complexo, ganhou evidência nas últimas décadas. E isso não tem a ver só com as movimentações do meio acadêmico ou com os modismos típicos do marketing e da gestão corporativa: o consumo, como se sabe, foi fator central nas transformações por que o Brasil passou nos últimos anos. Tendo por pano de fundo questões econômicas, políticas, tecnológicas, demográficas e culturais, o consumo foi ao mesmo tempo causa e consequência do Brasil que tínhamos até há pouco tempo, em que tudo o que se oferecia era vendido, em que tudo o que se produzisse era comprado, em que o clima de prosperidade econômica e a relativa abundância financeira davam o tom de ‘tudo pode’ com que todos nós nos acostumamos.

Foi nessa época, inclusive, que se passou a explorar – à exaustão, aliás – a noção de um consumo simbólico, abstrato, não-material. Um consumo que parecia prescindir do produto, que praticamente ignorava necessidades concretas ou práticas, que dava a impressão de se sustentar apenas na busca por sentidos ou valores. Só que os tempos mudaram, o pano de fundo é outro e hoje o que temos é um cenário completamente diferente, com uma crise de natureza múltipla plenamente instalada e um clima mais para a retração e a contenção do que para qualquer coisa. Ou seja: temos um consumidor que, além de instável, imprevisível, bem informado e desafiador, agora precisa pensar melhor no que vai comprar.

Daí que tenhamos hoje, ao mesmo tempo, uma nítida busca pela fuga, pelo irreal, pelo distante e pelo fantasioso – nunca esteve tão em alta o consumo da ficção, seja em seriados, em HQs ou em um imaginário povoado de sereias, unicórnios e duendes –; e um imenso apego ao prático, ao útil, ao versátil, ao preciso e ao ajustado – planos, pacotes, produtos e serviços que realmente sirvam para alguma coisa, que não sugiram desperdício, que não representem um gasto desnecessário, que simplesmente façam sentido.

Entender esse consumidor em crise é um dos desafios do mercado na atualidade – é, sem dúvida, o grande desafio das empresas que nasceram ou cresceram nesses últimos anos citados acima. E o que se sabe é que esse consumidor demanda um entendimento que escapa das técnicas tradicionais de pesquisa, recusa os enquadramentos de sempre, foge a qualquer tentativa simplista, reducionista ou purista de estratégia ou operação. Entender esse consumidor de hoje é encontrar oportunidades em meio ao cenário de retração, é vislumbrar a chance de transformar um negócio ou uma marca e se adequar aos tempos de agora, é se aproximar das pessoas, se alinhar com o mercado, se adiantar nas ofertas e estar mais perto de alcançar seus objetivos.

E é nesse contexto que o coolhunting e as pesquisas de tendência ganham destaque, oferecendo uma visão híbrida, complexa e profunda sobre o consumidor contemporâneo, procurando entender a sua relação de sentido com as marcas e suas ofertas – produtos, serviços, ideias etc. Se o que o consumidor busca, atualmente, mais do que nunca, é aquilo que faça sentido, entender esse sentido é o desafio de quem está do lado de cá do balcão.

Entendendo o design como linguagem, como concretização máxima do consumo, como plano material de mediação entre a oferta e a procura, entre a sensibilidade e a criatividade, entre o que se cria e o que se deseja, é que o nosso curso de Coohunting do IED-SP foi pensado. É enxergando o design como espaço privilegiado para o entendimento desses valores que esse consumidor de hoje busca que pensamos na estrutura do curso, no conteúdo de cada aula, na presença de cada professor convidado. E, se você quer saber mais sobre essas questões todas – consumo, cenário atual, design, tendências, oportunidades na crise, entendimento do consumidor contemporâneo –, vem aqui no IED-SP, que a gente conversa!

 

Saiba mais aqui.



Bruno Pompeu é publicitário,formado pela Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP),
doutor e mestre em consumo, comunicação e semiótica pela Universidade de São Paulo 
(PPGCOM-USP). Atua desde 2004 no mercado de pesquisas de tendências, tendo
participado regularmente da elaboração prática e conceitual do Observatório de 
Tendências, do instituto Ipsos. Responsável pelos estudos de semiótica do 
instituto Ibope, também participou da elaboração do relatório anual Brasil: Contexto 
e Tendências. É professor de pós-graduação do Istituto Europeo di Design – IED São 
Paulo, onde também é responsável pelo curso de extensão em Coolhunting.

 

WORKSHOP BRANDING: GUERRA DOS MUNDOS

WORKSHOP BRANDING: GUERRA DOS MUNDOS

Será que as pessoas ainda compram produtos e serviços?

 

Criar seres e mundos imaginários, para depois inserir marcas em realidades completamente distantes das nossas e, com isso, exercitar uma ideia óbvia, mas ao mesmo tempo esquecida: Branding é pensar nas pessoas.

Ao criar novas realidades, somos obrigados a desconstruir nossa visão de mundo, afinal, agora, mesmo que eu ache que o outro é igual a mim, essa certeza fica completamente destruída, quando o outro tem 5 metros de altura, 12 braços e se comunica por telepatia.

No workshop de Branding Experience, Caio Esteves se propõe a desmistificar o branding: o que é? Quem faz? Como faz? Pra que serve? Do que se alimenta?

O branding se propõe a encontrar a singularidade de cada marca e isso é o que a torna única e traz à tona seu brilho próprio.

Em um cenário atual onde compramos marcas que geram para nós uma identificação – que validam nossos valores, venha descobrir o que é Branding Experience com o Caio Esteves no IED São Paulo!

 

Ficou curioso? Se inscreve aqui!

 

BUTZKE E IED SãO PAULO APRESENTAM FINALISTAS DO DESIGN TOURNAMENT DURANTE DW!

Butzke e IED São Paulo apresentam finalistas do Design Tournament durante DW!

 

A Butzke, marca de mobiliário brasileira, em parceria com o IED, apresenta durante o DW! 2017 os finalistas do Design Tournament, um concurso exclusivo realizado com os alunos da faculdade para a criação de novos projetos em mobiliário para áreas externas, tendo como base madeira maciça.

Uma exposição com imagens dos dez projetos finalistas poderá ser conferida na sede do IED, na Rua Maranhão, 617, em Higienópolis. Os vencedores serão anunciados no dia 10 de agosto, quinta-feira, às 15h, no auditório.

O primeiro colocado terá seu protótipo fabricado pela Butzke, além de uma viagem de final de semana para o Costão do Santinho Resort, em Florianópolis, e um tour pela fábrica da Butzke, em Timbó/SC. Serão premiados também os segundo e terceiros melhores projetos.

 

Confira a programação completa e reserve sua vaga para o #DWnoIED em http://ied.edu.br/dw2017/

DESENVOLVIMENTO DOS PROFISSIONAL E GESTãO DOS NEGóCIOS COMPõEM PROGRAMAçãO DA ADP PARA O DW!

Desenvolvimento dos profissional e gestão dos negócios compõem programação da ADP para o DW!

 

A ADP – Associação de Designers de Produto, pela terceira vez consecutiva, estabelece parceria com o IED São Paulo para o DW! Design Weekend. Este ano apresenta o ciclo “Gestão de Negócios em Design”, o painel “Design & Materiais” e a mesa “Madeira, o diamante de um futuro próximo”.

“Preparamos para a Semana de Design, em parceria com o IED, um conteúdo voltado para o aprimoramento profissional e o desenvolvimento dos negócios. Queremos aproximar cada vez mais os designers da indústria. Estabelecemos dois focos – a pesquisa de materiais, que é a base para os projetos de design, permitindo explorar novas possibilidades, e a gestão dos empreendimentos, para aqueles que querem aprimorar seus serviços e ampliar sua atuação”, afirma Daniel Nishiwaki, presidente da ADP.

Para Victor Falasca Megido, diretor-geral do IED Brasil, a conexão entre as entidades dedicadas ao design e a faculdade é estratégica. “Permite aproximar o aluno do mercado, conhecer as demandas das empresas e profissionais e fortalecer projetos reais de fomento à cultura do design e valorização da profissão”, completa.

 

Gestão de Negócios em Design

A ADP – Associação de Designers de Produto, em parceria com o IED São Paulo,
promove o ciclo ‘Gestão de Negócios em Design’, com workshops nos dias 8, 9 e 10 de agosto, das 10h30 às 13h, com conteúdos voltados a profissionais independentes, escritórios, estúdios e outras iniciativas em design, que queiram crescer e aprimorar suas atividades. A organização é de Natasha Schlobach e Cadu Silva.

Programação do ciclo:
“Organização, processos e formação” por Hulk Gianelli, da Atom Studios
8 de agosto, terça, das 10h30 às 13h

“Desenvolvimento de produtos, produção e comercialização” por Pedro Braga
9 de agosto, quarta, das 10h30 às 13h

“Questões jurídicas” (propriedade intelectual, contratos etc.) por João de Freitas
10 de agosto, quinta, das 10h30 às 13h

Serviço

Painel: “Gestão de Negócios em Design”
Organização: Natasha Schlobach e Cadu Silva (ADP)
Apoio institucional: IED
Temas:
– Organização, processos e formação
– Desenvolvimento de produtos, produção e comercialização
“Questões jurídicas”
Convidados: Hulk Gianelli (Atom Studios), Pedro Braga e João de Freitas
Local: Sala 22 do IED São Paulo
Endereço: Rua Maranhão, 617 – Higienópolis
Data: de 8, 9 e 10 de agosto, terça, quarta e quinta
Horário: das 10h30 às 13h
Inscrições: www.ied.edu.br/dw2017
Gratuito, com vagas limitadas.
Haverá serviço de valet disponível no local.

DESIGN DE MOBILIáRIO GANHA DESTAQUE COM EXPOSIçõES DENTRO DA PROGRAMAçãO #DWNOIED

Design de Mobiliário ganha destaque com exposições dentro da programação #DWnoIED

 

De 8 a 18 de agosto, o pátio do IED São Paulo, recebe três exposições simultâneas de mobiliário, criadas especialmente para o DW! São Paulo Design Weekend“Móvel Brasileiro Contemporâneo”, “Híbridos e Multifuncionais: Hackeando os Mestres” e “Protótipos da Casa”.

O design expositivo leva a assinatura do premiado Ricardo Pessuto, engenheiro agrônomo, paisagista e designer. O profissional foi um dos principais destaques da Casa Cor 2017, onde lançou seu primeiro móvel, o banco Catuaba, desenvolvido como parte de sua pesquisa como aluno do One Year em Design de Mobiliário do IED São Paulo.

“O apresentado pelo IED no DW! 2017 é integrar três exposições em um mesmo espaço, o pátio da faculdade, que está sendo reinaugurado. É uma área generosa, de mais de 500 m2, com pé direito alto. Decidi utilizar a neutralidade do concreto, em blocos de diferentes tamanhos, construindo uma espécie de pirâmide inca. O ferro e o paisagismo irão completar a composição, com uma sinalização que demarcará as propostas junto com a iluminação. Queremos valorizar o design de móveis brasileiro e mostrar suas várias possibilidades”, afirma Pessuto.

Para Victor Falasca Megido, diretor-geral do IED Brasil, nosso país tem uma grande tradição e distinção nos projetos de mobília. “Nossa força está nos materiais e, sobretudo, na criação. A cultura da cópia precisa chegar ao fim. Há enormes talentos entre profissionais consagrados e nomes das novas gerações. Ótimos exemplos dessa combinação podem ser vistos nas exposições e conteúdos apresentados no IED durante o DW!”, completa.

 

Design autoral e indústria

Sob o tema “Design autoral e indústria”, as iniciativas são resultado de uma parceria entre o Instituto Europeu de Design, a Abimóvel – Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário, a Eucatex, o Instituto Leo Madeiras e a ADP – Associação de Designers de Produto, por meio de seu núcleo de mobiliário.

Participam as marcas Artefama, Butzke, Flexform, Lazzari, Ornare e Saccaro, com criações dos designers ngelo Duvoisin, Anna Scotta, Baldanzi & Novelli, Bruno Faucz, Rejane Carvalho Leite, Roque Frizzo, dentre outros, além de desenvolvimentos de seus próprios estúdios.

As exposições:

“Móvel Brasileiro Contemporâneo”

A exposição Móvel Brasileiro Contemporâneo, organizada pela Abimóvel e pelo Instituto Europeu de Design, com design expositivo de Ricardo Pessuto, apresenta criações recentes de ngelo Duvoisin, Anna Scotta, Baldanzi & Novelli, Bruno Faucz, Rejane Carvalho Leite, Roque Frizzo, Studio Saccaro, dentre outros, para as marcas Artefama, Butzke, Flexform, Lazzari, Ornare e Saccaro.

Lançamentos e apostas das marcas estão entre as peças selecionadas, que contemplam diversos segmentos da indústria, como móveis para áreas externas, para escritórios e para interiores de residências, com destaque para cadeiras, poltronas e mesas.

“Hackeando os Mestres”

O projeto Híbridos e Multifuncionais será lançado durante o DW! 2017 no IED São Paulo, tendo como sua primeira etapa a exposição Hackeando os Mestres, que apresenta protótipos inspirados em grandes designers. É uma iniciativa da Eucatex, Grupo Leo Madeiras e Instituto Europeu de Design – IED, com direção criativa do designer Christian Ullmann.

“Nos propusemos uma situação ideal. Pensar o mobiliário residencial das próximas décadas. Para isto, decidimos olhar o que aconteceu nos últimos 100 anos. O exercício está sendo muito inspirador e o apresentamos em forma de uma exposição, que é, ao mesmo tempo, uma provocação e uma homenagem, hackeando os mestres do passado em busca de respostas, a partir da abordagem do design”, define Christian.

O projeto Híbridos e Multifuncionais propõe pensar o mobiliário residencial do futuro, explorando novos materiais e modos construtivos com a versatilidade necessária para atender diferentes perfis de pessoas em pequenos espaços residenciais e comerciais. Combina design e inovação para o desenvolvimento de uma nova geração de mobiliário fabricado em chapa de MDF.

“Protótipos da casa”

O IED São Paulo apresenta a mostra Protótipos da casa, com projetos de mobiliário criados por alunos de graduação em Design: Produtos e Serviços e do One Year em Design de Mobiliário, sob curadoria de Andrea Bandoni e Alexandre Salles, designers e coordenadores acadêmicos.

Alguns destaques apresentados durante o DW! são a mesa Namoo, da aluna de graduação Michelle Kim, exposta nas semanas de design de Milão e de Londres recentemente e um banco da série Catuaba, do designer e paisagista Ricardo Pessuto, aluno do One Year em Design de Mobiliário e destaque na última edição da Casa Cor.

Participam também da mostra Ricardo Fontenelle (mesa Extensão), Leon Ades (banquinho 8 graus), Daniela Duran (banco Popa), Marcela Albarelli (banco-sapateira Rá-Tim-Bum), Vinicius Vono (cadeira Samurai), da graduação do IED, e os profissionais Beatriz Rezende, Ressoi Pierozan, Gabriela Gaillard e Fábio Cecília, alunos do curso de mobiliário da faculdade.

Serviço

Exposições:
– “Móvel Brasileiro Contemporâneo”
– “Híbridos e Multifuncionais: hackeando os mestres”
– “Protótipos da casa”
Local: Pátio do IED São Paulo
Endereço: Rua Maranhão, 617 – Higienópolis
Período: 8 a 18 de agosto
Horários: segunda a sexta, das 8h às 22h
Entrada livre | Haverá serviço de valet disponível no local.

#MESTRESDODESIGN | BATE-PAPO COM FERNANDO MORITA

#MestresDoDesign | Bate-papo com Fernando Morita

Aproveitando a recém-reforma do Lab de Automotivo do IED São Paulo, estivemos com Fernando Morita, coordenador do One Year em Automotive Design para saber os próximos passos dessa galera tão apaixonada pelo universo dos carros.  E o que podemos adiantar é que…. vem coisa boa por aí! 😉

Confira a conversa na íntegra:

 

IED – O lab foi recém-reformado – isso deu um novo gás nas produções? O que anda rolando de bom em automotive agora?
Morita – O nosso Lab Automotive agora está incrível, bem a nossa cara, um lugar com alma! Com detalhes estéticos que não se vê em sala de aula ou em uma faculdade, criando este ambiente acolhedor e profissional. Hoje temos bem claro, três grupos atuando no dia a dia do Lab sendo os alunos do One Year Automotive Design que vem nos finais de semana em geral não moram em SP, e buscam a imersão no mundo do design automotivo, através das aulas e das parcerias com as montadoras. Temos os que frequentam o Connect, e possuem passe livre para vir todos os dias e trabalhar nos projetos que bem entenderem, em sua grande maioria tem o foco no Talento Volkswagen de Design e outros concursos.
Além dos sêniors do LAB que vem aqui para nos encontrarmos e trabalhar além das 8h das montadoras, com foco em ser referência global no design automotivo. Fortalecendo este lugar inspirador, o que nos faz sentir como um advanced design studio, de onde sai projetos, desenhos além da expectativa geral.

IED – Conta um pouco sobre o concurso da Volks para quem não está ambientado com ele?
Morita – O Talento Volkswagen de Design é um concurso brasileiro e anual, que acontece desde 1998, criado pelo ex-chefe de design da VW o Luiz A. Veiga, e este ano pela primeira vez tocado pelo atual diretor o José Carlos Pavone. Apenas alunos de design podem participar, e o mais interessante é o prêmio, três vagas de estágio para Shape e uma vaga para Color & Trim.
Neste concurso os alunos desenvolvem um projeto e no decorrer da evolução e entregas, vai acontecendo a seleção até chegar nos quatro que ganham o estágio de um ano no departamento de design da Volkswagen.
Este concurso foi responsável pelo ingresso da grande maioria dos designers automotivos do Brasil no mercado, eu também participei e ganhei no ano de 2001, junto com o Gabriel Clemente (designer da Cadillac) e Arnaldo Cruzeiro (designer da VW AG)

 

 

IED – No ano passado tivemos dois alunos vencendo esse concurso né? Apresenta eles para os leitores?Morita – Temos muitos nomes que passaram e ainda então ligados a estas duas instituições, o IED SP e a Volkswagen. Se cruzando e criando novas histórias, profissionalizando mais ainda a área.
Como já disse eu que participei em 2001, e trabalhei para a Volkwagen passando por quase todos estúdios da marca: iniciando no Brasil, passando na VW AG, e nos estúdios de design avançado de Sitjes e Potsdam. E estou no IED desde 2011.
Guilherme Knop nosso professor participou e ganhou em 2000, trabalhando na Volkswagen até hoje.
Temos o nosso ex aluno e professor Luiz Antonelli que ganhou o concurso em 2012
Outros colaboradores como o Carlos Leal (2005), Tiago Carfi (2009), Cleber Santos (2009), Gabriel Zonta (2015) e a mais recente ligação entre as duas marcas, os nossos alunos Raysner Figueira (graduação) e Guilherme Araújo (transferência) que estão fazendo o estágio este ano na Volkwagen.

IED – Qual foi o projeto de cada um?
Morita – O tema do ano foi Blue Race.

IED – Dentro do concurso temos duas vertentes – shape e color e trim, né? Explica um pouco melhor
e cita uma peculiaridade pertinente de cada uma?
Morita – Shape, literalmente a forma do carro, o que cobre e deixa o funcional da engenharia bonito, envolve o trabalho mais tridimensional, dividido em interior e exterior. Todas as superfícies e proporções de como enxergamos o carro. E Color e Trim, como o nome já diz, cores e materiais, tudo que se toca e sente no carro. Tem muito a ver com a experiência e percepção de uso dentro do carro.

IED – Moda e Automotive então andam lado a lado? Como é esse cross?
Morita – Sempre que falamos de design estamos falando na experiência, em como por arte em um produto criado pelo homem, em tornar aquela simples peça funcional em algo único, e isso se encaixa perfeitamente na moda como no automóvel. Em ambos percebemos marcas com muito valor agregado e que mesmo sem uma etiqueta ou logo, sabemos de que marca pertence aquele produto.
Além de que é muito comum vermos as marcas buscando parcerias quando possuem um mesmo público alvo. Como por exemplo; a Bugatti e a Hermès, a Peugeot e a Quiksilver, a Porsche e Puma e por ai vai….
Sem falar que liderada pelas marcas de prestígio cada vez mais as marcas de automóveis possuem loja de grife vendendo diversos outros produtos e roupas com a sua marca.

IED – Temos 5 finalistas no concurso esse ano – como estão suas expectativas?
Morita – Temos ótimos representantes / participantes este ano, todos eles estão se empenhando muito, trabalhando no mínimo 8h por dia em cima deste projeto, pesquisando, desenhando e aprendendo muito. Eu acredito que tudo é fruto de dedicação e perseverança. Logo eles possuem grandes chances de ganhar.

 

 

IED – Deixa um recado pra quem se empolgou lendo essa matéria?
Morita – O Lab Automotive do IED SP é um lugar único onde acolhemos todos apaixonados por design automotivo do Brasil, sendo a melhor vitrine para você conseguir se expor e entrar no mercado, aqui temos vários modelos que você pode optar e se enquadrar da melhor forma para alcançar seus objetivos. Estamos sempre abertos para novos contatos e oportunidades, deixo aqui um convite para um café comigo!

 

Conheça mais sobre o One Year em Automotive Design acessando a página do curso em http://iedm.io/automotive-design-iedsp

OFICINAS GRATUITAS OFERECEM EXPERIêNCIAS EM DESIGN

Oficinas gratuitas oferecem experiências em design

 

Durante o DW!, de 8 a 11 de agosto, o IED São Paulo preparou uma série de oficinas gratuitas para o público interessado em design e profissionais da área, com temas relacionados a Design Thinking, Branding, Design de Joias, Design de Interiores, Design de Mobiliário e Design Automotivo.

“Não há melhor maneira de explicar o design do que vivendo-o na prática e colocando a mão na massa. A sensação de dar forma às próprias ideias é indescritível. É isso que vivemos em nosso dia a dia e é essa a experiências que queremos compartilhar nas oficinas oferecidas pela faculdade durante o DW!”, explica José Carlos Carreira, diretor acadêmico do IED Brasil.

Serão 11 oficinas, com duração de 3 horas cada, totalizando cerca de 250 vagas gratuitas. Os conteúdos serão ministrados por grandes profissionais de seus campos de atuação, todos professores da faculdade. As vagas são limitadas, restritas a uma oficina por pessoa e garantidas por ordem de inscrição. Todas as atividades vão ocorrer na sede do IED, em Higienópolis, na Rua Maranhão, 617.

 

Programação das oficinas

“Meu primeiro móvel” (para arquitetos)
por Bruna Octaviano e convidados
8 de agosto, terça, das 10h às 13h
15 vagas

“Design Thinking para publicitários”
por Carla Link (Talking City)
8 de agosto, terça, das 10h às 13h
30 vagas

“Design Thinking para jornalistas”
por Fabio Silveira (Design de Raiz)
8 de agosto, terça, das 19h às 22h
30 vagas

“Design Estratégico aplicado a sapatos”
por Meline Moumdjian (Estúdio Sapatada)
9 de agosto, quarta, das 10h às 13h
30 vagas

“Branding para Design”
por Caio Esteves (Places for us)
9 de agosto, quarta, das 10h às 13h.
30 vagas

“Liderança criativa” (para startups, empreendedores e gestores)
por Fabiano Pereira e Francisco Albuquerque (Design Estratégico)
9 de agosto, quarta, das 19h às 22h
25 vagas

“Design de Joias na prática”
por André Caperutto (celebrando seus 20 anos de carreira na joalheria)
9 ou 10 de agosto, quarta ou quinta, das 10h às 13h.
28 vagas (14 para cada oficina)

“Design Automotivo: modelando em clay”
por Fernando Morita (Amoritz) e Luiz Antonelli (Renault)
10 de agosto, quinta, das 19h30 às 22h
15 vagas

“Design de Interiores sem paredes”
por Alê Salles (Estúdio Tarimba) e convidados
10 de agosto, quinta, das 10h às 13h
30 vagas

Mais informações sobre a programação e inscrições: www.ied.edu.br/dw2017

FEIRA VIVA INTEGRA PROGRAMAçãO DA FOOD DESIGN WEEK

Feira Viva integra programação da Food Design Week

 

A programação do IED para o DW! no sábado, 12 de agosto, se concentra no Parque da Água Branca, durante a segunda edição da Feira Vivawww.feiraviva.com.br, que ocorre das das 10h às 20h, e encerra a Food Design Week (FDW).

O evento será inaugurado com o anúncio de uma parceria entre o IED, Feira Viva e a Sociedade Rural Brasileira, para levar design ao campo e fortalecer as marcas de pequena escala e grande qualidade dos produtores associados, bem como integrá-los ao movimento do Food Design. A abertura será às 9h30 no auditório do Parque da Água Branca.

Com organização da ADP e apoio institucional do IED, um importante tema ambiental será debatido – “Madeira, o diamante de um futuro próximo”, com as participações do designer Hugo França, do botânico e paisagista Ricardo Cardim, do agricultor e especialista em manejo Patrick Assumpção, e de Anderson Falcão, fundador do Design para a Vida, sob mediação de Natasha Schlobach. A mesa ocorre no dia 12 de agosto, sábado, às 15h30, durante a Feira Viva, no auditório do Parque da Água Branca.

 

“A civilização do fogo”

Após o grande sucesso da primeira Feira Viva, realizada no Mube, a edição de Inverno apresenta alimentos com inspiração na história de ocupação do homem através dos tempos, em diversos territórios Brasil adentro, ligados ao nascimento da civilização com a descoberta do fogo, opondo o cru ao cozido.

Durante um dia inteiro, produtores rurais expõem seus produtos na feira livre aberta ao público. O consumidor tem a oportunidade de comprar direto do produtor e experimentar pratos da alta gastronomia preparados por chefs renomados, que também participam de painéis.

 

A gente é o que planta e come

Um produtor rural que trabalha com uma agricultura sustentável, ou encontrou maneiras de harmonizar a produção agropecuária com respeito ao meio ambiente, ou, ainda, desenvolve produtos com forte apelo regional, valorizando as propriedades nutracêuticas de cada alimento.

Um chef cria seus pratos para levar às pessoas a melhor experiência gastronômica, com sabores variados e ricos, investindo em alimentos frescos, naturais, sustentáveis, que tenham características culturais e regionais relevantes.

O cidadão de uma metrópole como São Paulo que quer se alimentar melhor, com uma comida rica em sabor, mas com ingredientes que estejam em harmonia com o meio ambiente.

O que acontece quando esses três personagens se encontram no mesmo lugar e compartilham experiências, conhecimentos, produtos, desejos e sabores?

As distâncias entre produtor rural e consumidor diminuem, estreitando relações entre agricultura, pecuária, meio ambiente, gastronomia e design. Tudo com forte apelo regional, fomentando iniciativas que representem modernas práticas de gestão, levando produtos únicos e de forte identidade cultural aos consumidores. E debates com o público, junto com especialistas e produtores.

Com quatro edições anuais – Outono, Inverno, Primavera e Verão – a Feira Viva pretende ser multiplicadora do conceito de viver melhor, alimentar melhor e conhecer melhor nossos alimentos, nossa terra e nossa cultura.

Serviço

Feira Viva
www.feiraviva.com.br
Local: Parque da Água Branca, Avenida Francisco Matarazzo, 455
Data: de 12 de agosto, sábado
Horário: das 10h às 21h
Entrada livre

CONHEçA O TRABALHO INSPIRADOR DE WALLACE PIRES

Conheça o trabalho inspirador de Wallace Pires

Wallace Oliveira Pires é aluno do 6º semestre da graduação IED São Paulo em Design de Moda e conversou com a Revista IED sobre seu percurso, conquistas e aspirações profissionais. Confira, se inspire e compartilhe! 🙂

 

 

IED – Como foi sua decisão de vir para o mundo do Design?
Wallace – Desde criança eu sempre gostei muito de desenhar e de fazer trabalhos manuais, adorava fazer as coisas até fazer roupinhas para os brinquedos, acho que assim fui desenvolvendo minha paixão pela criação. Sempre gostei muito do universo do design. Um professor me apresentou o IED e eu me apaixonei pela faculdade. Ganhei um concurso da faculdade que premiava com uma bolsa 100%.

IED – Qual o maior desafio logo no início?
Wallace – O maior desafio no inicio foi a parte da confecção, a parte de costurar principalmente, quando entrei para a faculdade não sabia costurar, achava bem dificil no começo, mas depois de praticar muito, ela se tornou mais fácil com o tempo.

IED – Como foi a sensação de ser um dos escolhidos para expositor no SPFW42?
Wallace – Nossa, eu fiquei muito feliz de participar desse projeto. É uma iniciativa maravilhosa da Focus Têxtil, desenvolver uma coleção com resíduos têxteis fornecidos pela Focus e em parceria com a ong ACAIA. A sustentabilidade e o projeto social, me motivaram muito a querer participar, além de conhecer e desenvolver esse projeto com pessoas incríveis. Ter a oportunidade de conhecer e desenvolver o projeto com o curador Walter Rodrigues. Apresentar no SPFW é muito significativo, ser um expositor no maior evento de moda do país foi uma experiência maravilhosa. Tudo isso fez desse projeto muito especial para mim.

IED – Falando em SPFW, as inscrições para expositor na próxima edição estão abrindo agora, o que você diria para os alunos que estão pensando em se inscrever?
Wallace – Eu diria que é uma oportunidade incrível, principalmente para estudantes, é uma oportunidade de apresentar seu trabalho, além da troca de conhecimento que você vai ter com outros estudantes. A forma como lidar com o material também é um aprendizado que vale muito a pena, criando uma relação diferente com o tecido, já que você desenvolve o projeto com retalhos, então, você desenha e redesenha, cria novas formas, elas se adaptam ao material que tem sua limitação e isso é um ótimo exercício criativo.

IED – Como o IED te ajudou a alçar voo na carreira?
Wallace – O IED é uma faculdade que vai muito além da sala de aula, o incentivo que recebemos a participar de projetos fora da faculdade, e o apoio dos professores aos projetos, isso já faz muito a diferença.

IED – Você tinha alguma matéria favorita? Se sim, qual e porque?
Wallace – Eu sempre gostei das aulas de projetos de coleção e as aulas de desenho. Eu gosto mais dessas aulas por serem matérias que exercitam a sua criatividade e os exercícios de criação propostos nas aulas me ajudaram muito.

IED – Está trabalhando em algo especial agora? Pode contar?
Wallace – Estou fazendo o tcc que já está ocupando 100% da minha vida, é um projeto muito especial para mim e estou estagiando agora com fotografia.

IED – Qual a sua maior inspiração de Moda no momento?
Wallace – Uma inspiração para mim hoje é o trabalho do estilista João Pimenta, admiro muito sua estética e o trabalho manual.

IED – Algum nome do mercado em especial que você indicaria para os alunos que estão começando acompanharem de perto?
Wallace – Um nome que eu indicaria para quem se interessa por esse universo e que sempre me inspirou é o Yohji Yamamoto, conhecer sua filosofia de criação é muito inspirador. O filme “Identidade de Nós Mesmos”, me ajudou a refletir e entender o que eu queria transmitir com o design.

IED – Para finalizar, o que te inspira hoje?
Wallace – O que mais me inspira hoje é a poesia. A arte é algo que sempre me inspirou, atualmente para meu projeto final encontrei no artista Leonilson a inspiração do meu estudo.

 

Conheça mais do trabalho do Wallace acessando seu portifólio em: https://www.behance.net/wallaceoli2c8d

 

As inscrições para a 2ª edição da mostra abrem no próximo dia 08/08. Fique de olho no site do Instituto Focus Têxtil – http://www.institutofocustextil.org.br

 

Venha para a família IED São Paulo e mergulhe no universo da moda. Última chamada para iniciar seu curso de Design de Moda ainda em 2017! Confira: http://iedm.io/grad-moda-iedsp

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TUDO SOBRE O #IEDNAFLIP 2017

Tudo sobre o #IEDnaFLIP 2017

Na última semana estivemos em Paraty participando da Casa Do Papel, como já contamos aqui na Revista IED. Com uma intensa programação de talks, debates e oficinas, o coordenador Fabio Silveira e os professores Alex Mazzini e Ivan Zumalde aproveitaram para lançar oficialmente o curso de One Year em Design Editorial.

As experiências foram um sucesso entre o público presente e a Casa (do Papel) recebeu em média 1.000 visitantes interessados nas experiências gráficas e literárias por dia – incrível!

 

Conversamos com Fabio Silveira ao final do evento. Confira:

 

IED – Como foi a experiência #IEDnaFLIP na Casa do Papel para você?
Fabio – Incrível. Não tem outra palavra. Achei super incrível. Acho que teve uma super boa impressão. Primeiro porque a Casa (do Papel) foi uma delícia, super bem organizada, com um público de altíssima qualidade – o que é super importante – formado por muitas pessoas da área e leigos que se mostraram interessados no universo do Design Editorial e no curso. Particularmente eu fiquei bastante emocionado e empolgado com a participação na casa e creio que tive a oportunidade de passar qual era a nossa visão do Design Editorial frente aos outros participantes.
Eu acho que a participação do IED na Casa é de extrema importância por se conectar com esse público jovem, antenado, a galera formadora de opinião bacana, da área de livros e desse renascer da área editorial de livros. E esse estar presente e ser anunciado a todos nas rodas, nos workshops, nas oficinas, nas palestras… é muito rico. Várias pessoas vieram falar comigo pós-evento totalmente interessados, falando sobre o quão acharam interessante o trabalho IED e que viram os cursos no site e que se interessaram em fazer os cursos mesmo não sendo de São Paulo….

IED – O One Year propicia esse ‘intercâmbio’ né?
Fabio – O One Year, principalmente! Pessoas de Vitória, Salvador, Brasília… além, é claro, da galera de São Paulo – inclusive de áreas que não o Design. Pois eles conseguiram entender o quanto o curso poderia engrandecer o caminho profissional deles.
Então, ter a oportunidade de mostrar isso e como eu estruturei o curso… isso tudo foi fantástico, sabe? O IED marcando pela primeira vez presença na principal feira de literatura do hemisfério sul e dando super importância para a participação nesse mercado – eu acho que foi um primeiro grande passo.

 

 

IED – Conta um pouquinho de como foram as oficinas?
Fabio – Foi extremamente positivo! Inicialmente eu não tinha muitos dados em relação ao público que frequentaria… a primeira oficina foi a de Capa de Livros utilizando o recurso de recorte de papel com colagem e técnica de ilustração. Veio um público hiper interessado – foi uma das oficinas mais cheias -, teve uma repercussão bacana não apenas para os participantes que me deram feedbacks ótimos e emocionados mas, também, para as pessoas que estavam na Casa do Papel. As pessoas viram esse movimento e, a partir dali, entenderam qual é a do IED. Porque ver o IED na prática (representado não apenas por mim como por dois professores parceiros: Ivan Zumalde e Alex Mazzini), isso traz uma força para as pessoas verem quem são os profissionais com quem eles vão lidar.

 

 

IED – E qual a maior mensagem editorial que fica dessa primeira participação do IED na FLIP?
Fabio – O IED está levantando a bandeira de uma faculdade que se preocupa em levantar a bandeira desse novo caminho do editorial, que é capitaneado pelas principais editoras do modelo independente, como a Lote 42, com o pessoal da Casa da Porta Amarela (outra casa que estava aqui na Festa de Paraty com produtores independentes) e que também estava em contato com o IED, mesmo que nós não estivéssemos naquela casa, pois eles vieram aqui (Casa do Papel), eu fui até lá, conversei com vários editores e tal… o IED realmente conseguiu se fazer presente aqui na FLIP.
Eu acho que a cobertura nas redes sociais foi um ganho também. Muita gente me acessou, teve um movimento importante nas redes. A participação foi, de novo, extremamente positiva. E eu acho sim que o off Flip teve uma força muito grande, divulgando material na FLIP e isso também ajudou na visibilidade. Nós alcançamos cerca de 1.000 pessoas por dia na Casa (do Papel) – o que eu considero um impacto importante para esse primeiro evento.

 

 

Você ainda pode fazer parte da primeira turma de One Year em Design de Editorial (com módulo internacional em Madri) e coordenação do Fabio. Confira todos os detalhes em: http://iedm.io/design-editorial-iedsp

 

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