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OS CURSOS DE MODA DO IED SãO PAULO PROMOVEM A 6° EDIçãO DO MODACAMP

Os cursos de Moda do IED São Paulo promovem a 6° edição do Modacamp

 

Modacamp revela principais mudanças e tendências em negócios para o mercado fashion

Durante os dias 29 e 30 de agosto, o Instituto Europeu de Design – IED São Paulo recebe empresários, especialistas e influenciadores do setor de moda, que discutirão em painéis cases de sucesso, a internacionalização de marcas, novos negócios e startups, e as ferramentas essenciais para ser bem-sucedido neste mercado.

Durante o São Paulo Fashion Week, a semana de moda mais importante do Brasil, o Instituto Europeu de Design – IED São Paulo promove a 6ª edição de Modacamp, encontro que possui o intuito de fomentar a importância do empreendedorismo no setor, apontar as principais tendências de negócios e debater o futuro do mercado fashion no país. O evento acontece nos dias 29 e 30 de agosto, em sua sede em São Paulo, com entrada gratuita e traz este ano o tema “Realizadores”. “A moda enfrenta as revoluções do século XXI e se reinventa. Celebramos neste Modacamp os realizadores, que são os responsáveis por comandar as mudanças e abrir novos caminhos, muitas vezes antecipando o futuro”, afirma Victor Falasca Megido, diretor-geral do IED Brasil.

 

 

Por meio de mesas e painéis compostos por players do mercado fashion como Grendene, Google Moda, Amaro, Dafiti e profissionais de peso do setor como o CEO da marca de moda Reserva, Rony Meisler, o fundador da Casa de Criadores, André Hidalgo, o diretor da marca Melissa, Paulinho Pedó, dentre outros, inspiração, cases de sucesso, tendências de negócios, internacionalização e muito business content sobre o setor estarão presentes nesta edição do Modacamp.

Além de discutir questões relevantes do mercado fashion, o evento também se propõe a gerar um encontro de pessoas que têm alguma ligação com a moda: profissionais, estudantes, consultores, pesquisadores e admiradores. A ideia é compartilhar experiências, conversar, criar contatos e discutir sobre este segmento tão importante no País.

 

Premiação

Durante o Modacamp, o IED confere o Prêmio Ícone da Moda – que, nas edições anteriores, homenageou Elio Fiorucci, Costanza Pascolato, Amir Slama, Jum Nakao e Ronaldo Fraga. Em 2017, será entregue ao empreendedor Carlos Jereissati Filho, CEO do Grupo Iguatemi, por sua trajetória e contribuição aos negócios de moda no Brasil.

 

“O Iguatemi, primeiro shopping da América Latina, comemora 50 anos e, assim como o IED, Carlos Jereissati simboliza a longevidade nos negócios, a excelência nos serviços e o alto padrão de qualidade, valores que compartilhamos na preparação dos profissionais do futuro”, considera Megido.

 

Para participar dos painéis do ModaCamp, basta se inscrever aqui para garantir o lugar.

 

 

Confira abaixo a programação do evento:

 

DIA 29/8

14h30 – A moda saiu de moda?

Disrupção, reinvenção e o que vai ser da moda daqui pra frente.
Profissionais de diferentes vertentes do mercado de moda farão uma análise do setor e mapearão as atuais e também futuras oportunidades de negócio. O encontro vai sinalizar as ferramentas e caminhos para o sucesso, a importância tanto das novas tecnologias, quanto das pesquisas sobre comportamento de consumo e as possibilidades de inovação que podem ser implementadas neste mercado.

Convidados: Andréa Bisker (Head Stylus Brasil) e Alexandra Farah (WeAr)

Mediação: Bruno Pompeu

 

16h00 – Só a criatividade salva!
O painel vai apresentar a criatividade como um grande diferencial do País e mostrar os cases de profissionais que, por meio dela, conseguiram seu espaço no mercado.
Convidados: André Hidalgo (Casa de Criadores), Marcella Lima (Diwo), Leandro Benites (Ben), Carlo Castro (Dien)

Mediação: Meline Moumdjian

 

17h30 – O que já deu e o que vai dar em conteúdo de moda
Serão discutidas as tendências de conteúdo de moda em três diferentes vertentes: comercial (foco em e-commerce), editorial (mudanças na relevância dos conteúdos) e analítica (métricas e mapeamento de interesses).

Convidados: Luigi Torre (colaborador Elle), Caline Migliato (Dafiti), Google Moda

Mediação: Danilo Carpigiani

 

19h00 – Rony Meisler, CEO do Grupo Reserva (Special guest)

Fazer diferente: rebeldes têm asas
O CEO do Grupo Reserva, Rony Meisler, falará sobre o modelo de negócio “fora da caixa” que adotou para sua empresa e que, mesmo num mercado em crise, consegue ampliar a quantidade de PDVs. O empresário vai abordar também: a importância de trabalhar o marketing e a comunicação de uma maneira divertida, a apresentação de um conceito muito diferenciado, principalmente no mercado de moda masculina, e a relevância da questão social para a empresa.

Apresentação: Katherine Sresnewsky

 

30/8

14h30 – Novos negócios: startups na moda

O painel vai apresentar novos modelos de negócios, seja pela questão criativa ou por conceitos inovadores, sob a curadoria da Casa de Criadores.

Convidados: Isaac Silva, Karin Feller, Mario Francisco e Weider Silveiro

Mediação: Mario Viana

 

15h15 – Mood in Brazil

O painel trará empresas nacionais do mercado de moda que estão expandindo seus negócios, conquistando novos mercados e se internacionalizando. As companhias falarão sobre as ferramentas e estratégias de negócios utilizadas para terem êxito nesse caminho.

Convidado: Paulinho Pedó (Diretor Melissa/Grendene)

Mediação: Renan Serrano

 

16h30 – Moda com propósito: nichos e novos mercados.
A mesa irá apresentar como funciona a dinâmica dos modelos de negócio de nichos ou ultrassegmentados, com foco em públicos bem definidos.

Convidados: Luiz Wachelke (Alhma e IED Rio), Daniela Auler (Moda Inclusiva) e Gabriel Rajão (Textília) e Eloisa Artuso (Fashion Revolution)

Mediação: Márcia Merlo

 

18h00 – Diversidade na beleza

Convidada: Carolina Vasone, editora de beleza da Elle

Mediação: Juliana Lopes

A jornalista vai abordar a diversidade da beleza no mercado nacional e os impactos gerados nos contextos atual e futuro.

 

19h00 – Prêmio Ícone da Moda – Empreendedor
Carlos Jereissati Filho

 

Serviço:

 

Modacamp 2017

Data: 29 e 30 de agosto, das 14h às 20h

Local: Instituto Europeu de Design – IED – Rua Maranhão, 617, Higienópolis, São Paulo

Entrada gratuita

Necessário se inscrever no www.ied.edu.br/modacamp para participação nos painéis

Informações: (11) 3660-8000

Instagram: @iedsp / Twitter: @IEDSaoPaulo / Facebook: https://pt-br.facebook.com/iedsp/

COMO ESCOLHER A FACULDADE CERTA?

Como escolher a faculdade certa?

Escolher uma carreira já é uma tarefa desafiadora e essa decisão ainda vem acompanhada de outra – tão importante quanto: escolher a instituição de ensino em que se quer estudar. Nem sempre se acerta de primeira. Por isso alguns estudantes optam pela transferência, seja para ajustar a escolha do curso, seja para buscar outra faculdade mais focada em seu perfil e objetivos.

 

 

O que se deve levar em conta na escolha da faculdade?
  • A faculdade é especializada e reconhecida na área em que você escolheu?
  • Você prefere turmas mais exclusivas?
  • É importante para você uma carreira internacional?
  • A faculdade que você escolheu tem projeção fora do Brasil?
  • Você prefere um ensino mais teórico ou prático?
  • Os professores estão no mercado e são reconhecidos?
  • Você prefere uma faculdade de olho no mercado de trabalho ou mais teórica?

“Não existe faculdade perfeita, mas existe a perfeita para você. A graduação, no cenário atual, é um ponto de partida. É cada vez mais comum que a vida profissional traga vários desdobramentos e mudanças. O mais importante é o ´mindset´, ou seja, ´a visão de mundo´, ´a mentalidade´, ´os valores´, ´a atitude´ que a faculdade constrói junto com o aluno. Ninguém sabe como vai ser o mundo amanhã, portanto, o fundamental é uma faculdade que prepara o aluno para a mudança, para o imprevisível, para construir o novo”, explica Victor Falasca Megido, diretor-geral do IED Brasil.

 

Faculdade com altos índices de satisfação

Uma das faculdades recordistas em transferências de São Paulo e com os menores índices de evasão é justamente o Instituto Europeu de Design – IED, considerada a única instituição de ensino internacional 100% especializada em Design no Brasil, incluindo a área de Moda.

O IED oferece três cursos de graduação com duração de três anos – Design de Moda, Design de Produtos e Serviços e Design Gráfico e Digital.

“Temos como um dos valores máximos a liberdade. No IED, a aluna, o aluno, escolhe seu caminho, define seus projetos, tem orientação direta e individualizada. Acaba virando um grupo de pessoas apaixonadas pelos mesmos temas, embora muito diferentes entre si. Abraçamos a diversidade como um valor e buscamos realizadores”, define José Carlos Carreira, diretor acadêmico do IED.

O diretor acadêmico destaca outra característica importante da Faculdade. “Todos os nossos alunos têm a oportunidade de realizar cursos internacionais em uma das nove sedes do IED na Europa. Preparamos profissionais para carreiras globais”. completa Carreira.

 

Depoimentos de quem mudou para o IED

 

“Eu cursava Moda e sentia que onde estudava não me preparava para o mercado atual. Minha antiga faculdade era muito ligada à criação. Mas era só criação. Eu queria aprender o que eu preciso para entrar bem no mercado e como me desenvolver como profissional da Moda porque, pra mim, isso é o mais importante ao sair da faculdade. Sou muito ligada à sustentabilidade, inclusão e afins e achei o IED o melhor lugar para me trazer para mais perto desses meus ideais.”

Marília, Design de Moda

 

 

“Eu fazia Arquitetura. No último ano, fui fazer um intercâmbio e na faculdade que eu tava lá fora acabei experimentando várias novas áreas, inclusive o Design. Aí, quando eu voltei pro Brasil, eu não sabia direito se queria continuar, já que eu já estava há 2 anos falando pra mim mesma que não queria trabalhar com Arquitetura. Percebi que tudo o que eu gostava na Arquitetura era relacionado ao Design. Conversei com gente que faz Design e estuda no IED e acabei decidindo que a melhor opção era transferir. Vim encontrar a minha paixão.”

Michele, Design Gráfico e Digital

 

Para o professor de Moda Lucius Vilar, em turmas com transferência, o intercâmbio de conhecimento é muito rico. “Temos um plano de aula bem completo. Os alunos vêm para o IED buscando sua identidade e mais profundidade. E encontram! Se identificam! Transformamos ideias em projetos reais, levando em conta os aspectos da sustentabilidade.”

 

Gostou do IED? Ainda dá tempo! Quer saber mais?
http://iedm.io/transf-iedsp

FOOD DESIGN WEEK REúNE CONTEúDOS E DEGUSTAçõES

Food Design Week reúne conteúdos e degustações

 Projeto traz o design das experiências gastronômicas ao DW!

Para marcar o lançamento de seu One Year em Food Design, o IED integra a programação da Food Design Week (FDW), com conteúdos e experiências gastronômicas oferecidos de 8 a 12 de agosto, durante o DW! São Paulo Design Weekend.

A programação conta com participações do italiano Davide Larise, do Joia (Alta Cocina Naturale, de Milão, reconhecido com a estrela Michelin, e dos chefs Carla Pernambuco, Renato Caleffi e Nádia Campeotto, além de parcerias com Illy, Feira Viva, All Food e Nambu Cozinha de Raiz.

Alguns projetos foram criados especialmente para esta edição do festival. O “Café dos Chefs” apresenta um ciclo de talks sobre a arte da mesa, enquanto “Delícias do Brasil”, uma parceria com a Feira Viva e produtores brasileiros de agricultura de pequena escala e alta qualidade trará degustações à festa “Design Door to Door”, uma iniciativa conjunta do IED e da Leica Gallery.

Durante os eventos, a Illy, marca de café italiana, receberá o público com seu blend e sua equipe de baristas apresentará mini talks sobre o universo dessa bebida tão brasileira e tão internacional, além de uma pequena exposição de seus produtos com design premiado.

 

Saiba mais sobre a Food Design Week a seguir:

“Café dos Chefs”

O “Café dos Chefs” tira os mestres da cozinha para levá-los a uma conversa aberta e descontraída com o público sobre as artes do fogo, do fogão e da mesa, trazendo elementos das novidades em Food Design.

No final das tardes, de 8 a 10 de agosto, de terça a quinta, das 17h às 18h30, o Instituto Europeu de Design recebe grandes estrelas da gastronomia nacional e internacional, enquanto os participantes degustam um café da tarde oferecido pela marca italiana Illy e pelos parceiros do projeto.

Os encontros contam com a participação de grandes nomes. O chef italiano Davide Larise, do Joia – Alta Cocina Naturale, Milão, único vegetariano a ostentar a estrela Michelin, veio ao Brasil exclusivamente para participar da Food Design Week (FDW) e para ministrar cursos no Nambu.

Carla Pernambuco, a primeira chef brasileira reconhecida internacionalmente, traz novidades em sua nova pesquisa sobre Food Design, acompanhada da jornalista Néli Pereira.

A Food Design Week (FDW) teve pré-lançamento no ano passado no Eataly, durante o DW!, e este ano reúne conteúdos e experiências no IED, na Feira Viva e na Leica Gallery São Paulo.

 

Programação do “Café dos Chefs”:

Carla Pernambuco (Carlota)
com mediação da jornalista Néli Pereira
8 de agosto, terça-feira, às 17h.

(chef convidado em confirmação)
9 de agosto, quarta-feira, às 17h.

Davide Larise (Joia – Alta Cocina Naturale, Milão)
com mediação e tradução da chef Nadia Campeotto
10 de agosto, quinta-feira, às 17h.

 

Serviço

Talks: “Café dos Chefs”
Convidados: Carla Pernambuco, Néli Pereira, chef convidado, Davide Larisse e Nádia Campeotto
Local: IED São Paulo
Endereço: Rua Maranhão, 617 – Higienópolis
Data: de 8, 9 e 10 de agosto, terça, quarta e quinta
Horário: às 17h
Inscrições: www.ied.edu.br/dw2017
Gratuito, com vagas limitadas.
Haverá serviço de valet disponível no local.

 

Para saber mais sobre o One Year em Food Design em http://iedm.io/oy-food-design-iedsp

POR QUE ESTUDAR DESIGN?

Por que estudar Design?

Com a rápida e constante evolução das profissões o design pode ser o caminho que irá te ajudar a trilhar novas possibilidades

 

Que o mundo está mudando na velocidade da luz, muitos já notaram. O fato é que as pesquisas apontam mudanças cada vez mais drásticas no mercado de trabalho e os que sobreviverão mais uma vez serão os adaptáveis, antenados e… criativos!
Alguns estudos já dimensionam que 7 milhões de seres humanos serão substituídos por máquinas nos próximos 5 anos, enquanto outros indicam uma troca de 30% do corpo de trabalho por robôs.

Enquanto o número de profissionais hiper especializados diminui com a ascensão das máquinas e da tecnologia, o mercado se abre para empreendedores, criativos e profissionais com aptidões humanas e sociais aguçadas.

Dados revelados pela Folha mostram que os estudantes brasileiros já estão de algum modo antenados com o que será esperado deles no mercado de trabalho. Segundo nota recente do FMI sobre educação, a geração nascida entre 1980 e 2000 – mesmo os que já estão empregados – enfrentará mudanças constantes e profundas em seu universo profissional.

E para profissionais de RH de vários cantos do mundo, a criatividade será a terceira característica mais importante para um candidato a uma vaga daqui 3 anos, seguida de perto de resolução de resolução de problemas complexos e inteligência emocional.

Logo, é importante voltar nosso pensamento para o agora e preparar nossas habilidades para esse cenário de instabilidade. Uma das soluções simples para se manter em movimento é voltar, sempre, os olhos para a educação.

O design, como área de atuação e também como um catalisador de diversos conhecimentos, pode agrupar profissionais de diversas áreas profissionais e ajudá-las a abrir a mente para novas possibilidades. Não obstante o Design Thinking caiu nas graças do público e anda cotado como um dos melhores cursos para ajudar essa galera a abrir um pouco a cabeça às possibilidades.

 

“Design Thinking é uma abordagem de pensamento direcionado para a resolução de problemas complexos utilizando o mindset do design. Justamente por ser uma abordagem, e não uma metodologia, podemos utilizar ferramentas de criatividade que são muito usadas no universo do design, em qualquer área. Isso faz com que pessoas com formações muito diferentes possam usar o Design Thinking na sua empresa, numa ONG, numa escola, num hospital, etc.”

Fabio Silveira, em entrevista à Revista IED

 

O jeito de lidar com o mundo está mudando. E o design vai não apenas te ajudar a desenhar seu futuro como também vai te fornecer toda uma nova gama de cores para ilustrá-lo. Venha para o universo do Design!

Venha conhecer o IED São Paulo, a faculdade das inteligências criativas! http://ied.edu.br/sao_paulo/

 

CONFIRA COMO FOI O #IEDTALKS COM CINTIA LIE NO JK IGUATEMI

Confira como foi o #IEDTalks com Cintia Lie no JK Iguatemi

Na última quarta-feira (19) o IED São Paulo esteve com mais um #IEDTalks especial, dessa vez em parceria com o shopping JK Iguatemi.

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O tema foi “Visual Merchandising: Sua Importância, tendências e inovação”, sendo a ambientação a palavra-chave que direcionou o bate-papo entre Cintia Lie, coordenadora do Curso One Year em Retail Design and Visual Merchandising do IED SP e palestrante do dia e os lojistas do shopping.

Cintia mostrou como o usuário se sente adentrando outro mundo, outra realidade quando se depara com um projeto de VM bem feito.

“Eu adorei ao máximo, a conheço de alguns anos (Cintia) e achei muito produtivo” -Márcia, Burberry

” Eu  gostei muito da palestra e eu acho que dá vontade de pesquisar mais sobre cada assunto pois é muito abrangente… tem bastante informação.” -Caroline, Montblanc

O Mercado está mais consciente a respeito da importância do Visual Merchandising para o sucesso dos negócios e seus impactos sobre os consumidores. Redes de varejo e marcas de moda valorizam os profissionais que conhecem o tema e possam trazer contribuições. Pensar o espaço de venda a partir do ponto de vista estético, criativo e mercadológico é uma estratégia importantíssima para promover vendas, construir significado para as marcas e buscar experiências de consumo.

Conheça o curso One Year em Visual Merchandising & Retail Design do IED SP: http://iedm.io/oy-retail-vm

 

O TRABALHO INSPIRADOR DE LUCAS GINI

O trabalho inspirador de Lucas Gini

 

Temos o orgulho de ter conosco muitos ex-alunos que brilham cada dia mais no universo do design. Lucas Gini é um deles. Venha conhecer um pouco mais sobre ele com a gente:

 

IED – Como foi sua decisão de vir para o mundo do Design?
Lucas Gini – Foi um processo longo. Quando decidi fazer faculdade, saindo do colegial, e por mais alguns anos enquanto estudei publicidade, não sabia o que é design, as áreas e divisões dentro do termo “design”, o que se faz, em que empresas, pra que empresas, etc.
Fui descobrindo meu interesse pelo design gráfico online em blogs e sites relacionados, e quando me formei em publicidade, em 2013, estava decidido a dar um passo atrás pra mudar minha carreira e o mercado em que atuava.

IED – Qual o maior desafio logo no início?
Lucas Gini – Acho que o início do estudo de design é desafiador em muitos âmbitos, porque, em geral, não estamos acostumados a enxergar o mundo sob um ponto de vista de sintaxe visual, e decodificar a linguagem visual, tanto quanto estamos com a linguagem verbal. É quase como uma alfabetização, e abre uma série de portas que demandam também escolhas de foco de atuação e etc. No entanto, os desafios são muito estimulantes.

IED – Você já viu usabilidade e facilidade para entrar no mercado em meio ao curso. À que você atribui essa sua facilidade?
Lucas Gini – Acho que os pontos mais importantes no início são:
• criar para portfólio (isso vale não só pro início, mas pela carreira toda), ainda que não exista um cliente ou projeto para o qual você é contratado;
• conhecer o máximo de gente possível (também vale pra carreira toda, e é importante ir em eventos e valorizar o contato com professores e colegas);
• mostrar vontade de começar/trabalhar/melhorar (em especial pra bons contatos ou em entrevistas de trabalho).

 

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Lucas citou a importância do contato com professores não apenas no momento das aulas e então fomos conversar com Fabio Silveira, um de seus professores na graduação:

 

“Foi um aluno excepcional desde o começo do curso até sua conclusão. Um rapaz focado, determinado e muito talentoso. O que mais me chamava atenção era sua curiosidade para todos os assuntos, característica de pessoas inteligentes e criativas. A tipografia,em especial, se tornou sua grande paixão neste percurso. Ele é obcecado pelos princípios de boa legibilidade e do que as letras podem representar e com isso virou um exímio desenhista das letras. Foi um prazer enorme enquanto docente ter participado desta trajetória.”

 

IED – Como o IED te ajudou a alçar voo na carreira?
Lucas Gini – Dos três pontos que mencionei, o IED me ajudou bastante com dois: criar peças para portfólio e conhecer pessoas influentes do mercado.
Eu já tinha um portfólio quando iniciei o curso, mas era totalmente focado em publicidade, e os trabalhos do IED foram substituindo isso até eu conseguir montar algo mais direcionado à design gráfico, de fato.
Além disso, através de pessoas que conheci no IED tive diversas oportunidades e projetos bem interessantes. Além de amigos, são contatos importantes para a vida de trabalho.

IED – Você tinha alguma matéria favorita? Se sim, qual e porque?
Lucas Gini – Tive muitas matérias que gostei muito, e acho que as de Projeto Gráfico são provavelmente as que mais dão possibilidade de aprendizado integrado e de criar projetos interessantes. Mas as minhas favoritas foram as de Tipografia e Ilustração, porque são as áreas que mais gosto dentro do universo do design gráfico.

IED – Seu projeto Vicente Sem Dente foi o primeiro em Design ou já tinha arriscado algo antes? Conta um pouco pra gente como foi o processo e descreve a sensação?
Lucas Gini – Eu já tinha projetos no portfólio e já trabalhava na área de design de uma consultoria de branding, mas esse foi o primeiro projeto completo de ilustração.
O processo teve bastante experimentação até eu encontrar um traço que me agradava pra aquela história (que foi escrita por um amigo meu), e teve duas etapas: a primeira pra entrega na faculdade, porque era um trabalho do 3º semestre, e uma segunda em que ajustei todas as cores e refiz a maioria das ilustrações com mais cuidado; tirei férias do trabalho pra fazer isso e aproveitei as férias da faculdade junto.

IED – Está trabalhando em algo especial agora? Pode contar?
Lucas Gini – Tenho alguns projetos agora. Na verdade hoje atuo como designer freelancer, então tenho alguns projetos com clientes, e projetos pessoais como séries de ilustração e o desenvolvimento de uma segunda fonte com base na que criei no TCC do IED.

 

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IED – Qual a sua maior inspiração de Gráfico e Digital no momento?
Lucas Gini – Difícil definir, até porque acredito que a velocidade da internet nos faz mudar de referências a todo tempo. É interessante buscar uma curadoria das referências que temos, até em grupo, se possível. Atualmente não consigo citar nomes, mas busco referências em artes.

IED – Algum nome do mercado em especial que você indicaria para os alunos que estão começando acompanharem de perto?
Lucas Gini – Existem várias empresas muito boas de design gráfico no Brasil e no mundo, acho legal buscar através de entidades como a ADG.
Mas, ainda mais importante, pesquisar referências antigas, que criaram vários padrões que conhecemos hoje no design gráfico.

IED – Para finalizar, o que te inspira hoje?
Lucas Gini – Para projetos de clientes, são as referências, como disse, mas é bem específico pra cada proposta. Para projetos pessoais, literatura, cinema e artes plásticas.

 

New cards ready to go!

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Acompanhe o Lucas nas redes e fique em contato com seu trabalho!

http://lucasgini.com/
https://www.instagram.com/gini.lucas/
be.net/gini

 

Conheça o curso de Graduação em Design Gráfico e Digital do IED São Paulo, acessando a página do curso http://iedm.io/design-grafdig

UX PARA MUITO ALéM DO DESIGN DIGITAL

UX para muito além do design digital

*por Leandro Velloso

Uma dúvida muito comum que tenho recebido de pessoas interessadas em se aprofundar na área do design se refere à real atuação do UX designer. O que faz esse profissional? O que seria o designer de interação? Fazer UX é desenhar telas para aplicativos e websites? UX é projeto gráfico para mídias digitais?

Bom, ao contrário do que pode parecer em um primeiro momento, o UX design não se ocupa de uma fatia de mercado no campo do design, nem se refere a uma especialização de projeto para atender a um tipo de demanda específica, mas de uma postura estratégica, e sobretudo ética, que pode ser adotada por qualquer designer, seja de produto, gráfico, moda, ambientes, interação etc.

O termo UX, tão em alta no mercado, se refere ao conceito de User Experience (Experiência do Usuário), que de fato, de certa forma, descende de metodologias de design de sistemas centrado no usuário, parte da engenharia de sistemas que se ocupa das camadas que fazem a interface entre humano e computador (HCI – Human Computer Interface). Contudo, não foi o uso dos computadores que primeiro demandou um olhar mais cuidadoso sobre a experiência do usuário por parte dos designers. Ainda que sem a utilização do termo UX, basta pensar na sensação de conforto que o design de mobiliário sempre tentou gerar para o cliente final, ou nas questões funcionais largamente pensadas pelos arquitetos para adequar as medidas da construção às do corpo humano (ergonomia, antropometria). Existem, por exemplo, padrões de altura, profundidade e quantidade ideais no desenho de degraus para que o usuário se canse o menos possível ao subir uma escada. Mesmo o layout da página de um livro – a proporção das letras, o comprimento das linhas, os espaçamentos – é fruto de anos de trabalho conjunto de inúmeros designers gráficos em busca de conforto para o leitor.  Pensar a experiência do usuário sempre foi papel do designer, mesmo que a busca fosse por uma experiência estética.

O que então o UX trouxe de novidade? Na minha opinião, um excelente reforço e refresco para todo o campo do design. Primeiro por ter ajudado a estabelecer fundamentos de atuação do designer no campo das mídias computacionais e novas tecnologias, e depois por gerar uma intensa pesquisa e enorme interesse sobre o projeto voltado ao humano, fazendo emergir um incontável número de ferramentas de trabalho e liberando o designer para que seja ainda mais interdisciplinar, buscando apoio de áreas como a psicologia e a antropologia. As metodologias de UX já são largamente usadas em áreas como o design de serviços e na gestão de empresas, mostrando que as medidas humanas vão além das medidas do corpo, se estendendo à questões cognitivas e éticas. O UX não presume apenas que o usuário utilizará um produto, mas que também será alterado por ele, o que requer do designer um profundo conhecimento empático e uma postura de respeito sobre as pessoas.

O termo UX foi criado por Don Norman no início da década de 90. Na época ele trabalhava na Apple, quando também criou um cargo para si próprio chamado “User Experience Architect”.


O livro “Arte de projetar em arquitetura”, conhecido também simplesmente como Neufert, é um enorme compêndio de referências ergonômicas para arquitetos e designers, publicado pela primeira vez na Alemanha em 1936 pelo arquiteto Ernst Neufert. Fonte da imagem: http://iedm.io/arte-de-projetar

 


Leandro Velloso é doutor em Design e Arquitetura, atua na área UX. É coordenador e professor da Pós-Graduação em Design de Interação do IED-SP.

SERGIO FAHRER FALA SOBRE CARREIRA E HISTóRIA NO IED SP

Sergio Fahrer fala sobre carreira e história no IED SP

Na última semana recebemos no IED São Paulo a visita do super designer de mobiliário Sergio Fahrer – uma inspiração profissional e tanto à todos que desejam ingressar no fascinante mundo do design.

Considerado atualmente um dos nomes mais expressivos do design contemporâneo brasileiro, Fahrer sempre se interessou pelo uso de novos materiais em suas criações. Motivos nunca faltaram: além de ter que dar conta de um desenho cada vez mais desafiador, a questão do uso da madeira, do manejo sustentável, do material reciclado, da necessidade de pensar nos recursos do país e do planeta fizeram com que ele se preocupasse com novos materiais e procedimentos. Para citar alguns exemplos, foram desenvolvidos móveis em madeira faqueada e torneada, com tubos de fenolite, fibra de buriti, alumínio reciclado, alumínio naval, aço, aço carbono, acrílico reciclado com impressão nano, entre outros materiais sustentáveis. Sua última descoberta é o uso da seringueira, espécie alternativa a outras madeiras já extintas ou em vias de extinção.

Aproveitamos a visita de Sérgio para conversar um pouquinho sobre carreira, vocação e jazz!

Confira o bate-papo!

Fotos: Jessica Subtil

 

IED – Conta um pouquinho de como começou a sua história com o Design?
Sergio Fahrer – A minha primeira formação foi em Eletrônica e eu tinha uma empresa nessa área. Essa empresa foi vendida, eu fiquei com uma grana mas, tive que assinar um contrato de ‘não-concorrência’. Foi quando eu comecei a pensar o que mais eu poderia fazer da minha vida. Meu irmão, músico, me incentivou nessa época a ir para os EUA estudar música, pois era algo que eu gostava muito. Estamos falando de uma época sem e-mail, sem mensagens instantâneas. Ao chegar na faculdade (MIT – Musician Institute of Technology – Los Angeles) vi no quadro de anúncios que estavam procurando alguém com experiência em eletrônica e me candidatei. Esse foi o primeiro passo em direção à minha trajetória no design.
Chegando lá, era um estúdio de construção de instrumentos e perguntei porque precisavam de alguém com conhecimento em eletrônica. Me disseram que era por precisar de alguém para passar os fios e instalar os captadores e ao mencionar que eu tinha 10 anos de experiência, fui prontamente contratado. E com o tempo comecei a dar algumas sugestões do meu ponto de vista – até que comecei a construir os instrumentos também.

IED – Você já tinha um olhar, então!
Sergio Fahrer – Na verdade eu tinha uma experiência e uma formação anterior que me ajudou muito com isso.

IED – E o aconteceu depois?
Sergio Fahrer – Eu trabalhava num banquinho desses redondos, reguláveis e sem apoio de costas. E como era contra-baixista e passava o dia de um lado pro outro, eu chegava a noite lá já com dor nas costas. Foi quando pedi ao meu mestre para fazer uma cadeira com encosto e aprendi minha primeira lição sobre design, sem ainda saber que era isso:

 

“Uma necessidade é sempre um grande alimento para a busca pela solução”

 

 

IED – E você fez a cadeira?
Sergio Fahrer – Sim! Se chama cadeira Blues – nome dado pelo meu professor na época e que também foi o responsável por me inscrever num prêmio importantíssimo, garantindo que ela alçasse voo para Milão em pouquíssimo tempo e me consagrasse vencedor do então World Craft Design Award. E tem mais: ele me fez prometer que eu só faria 72 delas.

IED – Porque?
Sergio Fahrer – Porque eu vendi para alguns colecionadores na época, sem saber que eram colecionadores, que apostaram que eu seria um dos jovens talentos que no futuro teria uma representatividade internacional. Então eu vendi as 72 e parei.

 

 

IED – Qual a sua dica para ensinarmos a curiosidade para os alunos?
Sergio Fahrer – Essa questão da curiosidade, do interesse…. você vibra quando você tá fazendo alguma das aulas, ou quando você tem um professor que te inspira ou um convidado que te inspira? Essa questão vem muito do interesse, da paixão.

 

“Eu não acredito que as pessoas devam entrar nas carreiras por serem a carreira do momento – se ela é do momento, não é do futuro” 

 

IED – E por falar em alunos, ficamos sabendo que tem aluno IED trabalhando diretamente com você!
Sergio Fahrer – Sim! O Rioji Watanabe foi uma indicação incrível do IED, estou muito satisfeito. A escola demonstra uma qualidade porque quando ele veio, estava muito preparado. Existe uma troca muito generosa em que ele cresce com a gente mas, nós também crescemos com ele.

 

Confira o papo na íntegra no canal do IED São Paulo no Youtube:

 

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VEM Aí: 31º PRêMIO DESIGN MUSEU DA CASA BRASILEIRA

Vem aí: 31º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira

 

As inscrições para o 31º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira estão abertas até 6 de agosto.

A avaliação dos trabalhos enviados será feita por profissionais e teóricos da área que irão compor duas comissões julgadoras. As categorias de produtos (Construção, Eletroeletrônicos, Iluminação, Mobiliário, Têxteis, Transportes, Utensílios) serão avaliadas em duas fases por uma equipe liderada por Marcelo Oliveira, coordenador do curso de Design do Mackenzie; os trabalhos escritos serão avaliados pela comissão liderada por Milene Cara, crítica de arte e design, docente nos programas de pós-graduação e extensão do Istituto Europeo di Design de São Paulo (IED-SP) e do programa de pós-graduação do Centro Universitário Senac.

Para conhecer todos os jurados, acesse: http://iedm.io/MCB-Jurados

Para se inscrever e consultar o regulamento, clique nos links abaixo:

 

MOTIVOS PARA ESTUDAR AUTOMOTIVE DESIGN NO IED SãO PAULO

Motivos para estudar Automotive Design no IED São Paulo

Bate papo com Fernando Morita, coordenador do One Year em Automotive Design do IED São Paulo

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A indústria automotiva é um dos pilares da economia mundial e segue em constante reinvenção, buscando novas alternativas mais sustentáveis e em linha com um mundo pautado pela mobilidade física e digital.

O curso de One Year em Automotive Design oferecido pelo IED São Paulo é ideal para um aprofundamento completo em design de automóveis. O coordenador do curso, Fernando Morita, é um renomado profissional atuante no mercado automotivo há 15 anos e explica o formato do programa One Year inédito no Brasil.

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IED São Paulo: Qual o diferencial do curso de Automotive Design do Istituto Europeo di Design São Paulo?

Fernando Morita: O IED São Paulo é a única faculdade do Brasil a oferecer um curso neste perfil. Além disso, o aluno tem a possibilidade de vivenciar um módulo internacional em Turim, na Itália.

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IED SP: A quem se destina o curso?

F.M.: Estudantes de design que queiram ingressar na área automotiva e todos aqueles apaixonados por automóveis.

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Clique para ampliar a imagem e conferir as parcerias do IED São Paulo no setor automotivo

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IED SP: Como funciona o módulo internacional no IED Torino?

F.M.: Para o designer automotivo, ele não pode enxergar o mercado apenas local, precisa ter um pensamento global e este módulo no IED Torino, abre portas para esta visão mais ampla, onde vamos conhecer museus, estúdios e profissionais do setor.

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IED SP: Quais são as oportunidades de trabalho após finalizar o One Year?

F.M.: O foco principal são os estúdios de design das indústrias automotivas, mas capacitamos também para trabalhar em estúdios de encarroçadoras de ônibus, brinquedos, customizadoras, motos, e tudo ligado a este meio.

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Se identificou?

O curso de Automotive Design é completo para o seu perfil. Matrículas abertas!

Rua Maranhão, 617
Higienópolis
01240-001
+55 11 3660 8000

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