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#IEDNAFLIP | CASA DO PAPEL OFERECE EXPERIêNCIAS GRáFICAS NA FLIP 2017

#IEDnaFLIP | Casa do Papel oferece experiências gráficas na FLIP 2017

Público aprenderá gratuitamente técnicas de serigrafia, tipografia, carimbo e encadernação

 

 

Durante a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), de 26 a 30 de julho, a Casa do Papel, um espaço dedicado à arte gráfica, abrirá suas portas pela primeira vez. Ao longo do dia, impressores, encadernadores e designers estarão à disposição do público para ensinar técnicas de serigrafia, tipografia, encadernação e carimbos. As atividades serão gratuitas.

A Casa do Papel é uma iniciativa da fabricante de papel italiana Fedrigoni, IED (Istituto Europeo di Design), ABER (Associação Brasileira de Encadernação e Restauro) e editora Lote 42, localizada na avenida Otávio Gama, 118.

Interessados poderão se dirigir à Casa do Papel para fazer experimentações práticas de diversas técnicas de impressão e acabamento. A encadernação será ensinada por profissionais da ABER, sob supervisão da presidente Estela Vilela. A Sutto comandará as impressões em serigrafia; a Oficina Tipográfica São Paulo operará a tipografia e as técnicas de carimbo serão mediadas pela editora Gráficafábrica. Profissionais da Fedrigoni estarão à disposição para esclarecer dúvidas relacionadas aos diferentes tipos de papel.

É a primeira vez na história da Flip que uma casa será dedicada a pensar na dimensão física do livro, indo do papel, passando pelas técnicas de impressão, pelo design gráfico e até o acabamento. Chega em um momento no qual uma nova geração de artistas e editores extrapola os limites da materialidade de suas publicações.

Nos últimos anos, eventos dedicados a publicações que misturam literatura e arte visual se espalharam pelo Brasil. São Paulo (feira Miolo(s), Plana, Tijuana), Rio de Janeiro (Pãodeforma), Salvador (Paraguassu, Ladeira), Brasília (Dente, A Outra Margem), Florianópolis (Parque Gráfico), Porto Alegre (Parada Gráfica), Curitiba (Grampo), são alguns exemplos de cidades com eventos dedicados ao movimento.

A Casa do Papel também oferecerá oficinas, debates, lançamentos, exposição e cinema, com intensa programação da manhã à noite. Confira a programação em parceria com o IED SP:

 

Quarta, 26/07

17h
O papel do papel: um papo a favor da fibra

Com milênios de idade, o papel continua com muito a dizer. Na abertura oficial do espaço, descubra as possibilidades expressivas que só o livro impresso pode alcançar. Saiba também como surgiu o namoro de uma marca de papel, uma editora, uma associação de encadernação e um instituto de design para fazer a Casa do Papel.
o papel do papel: um papo a favor da fibra
com: Cecilia Arbolave (Lote 42), Estela Vilela (Aber), Hide Silva (Fedrigoni)
e Ricardo Peruchi (Istituto Europeo di Design)
#debate

Quinta, 27/07

10h
Design de Capas de Livros

Esta oficina fará uma experimentação criativa na criação
e desenvolvimento de capas para livros. Haverá uma exposição de conceitos e exploração do uso de linguagens visuais variadas para traduzir o espírito de uma obra literária através dos recursos de design.
#oficina gratuita – vagas limitadas

11h30
Infografia para Livros

Alex Mazzini, da editora Altamira e professor do IED São Paulo, apresenta técnicas de como construir infográficos utilizando o pensamento visual [Visual Thinking] para organização de informações. Serão abordados os principais recursos de diagramas, gráficos variados, fluxogramas, gráfico de correlação, etc.
#oficina gratuita – vagas limitadas

13h30
Novo perfil do profissional de design editorial

com Alex Mazzini, Fabio Silveira e Maria Helena Pereira da Silva (IED)
#conversa

15h30
Esgotados, esquecidos, malditos e não editados

com Ric Peruchi (IED)
#conversa

18h
Arte (na) Gráfica

Quando se pensa na dimensão física do livro, um leque de possibilidades narrativas se abre. Neste encontro, impressores, editores e artistas que dominam a arte gráfica compartilham suas referências e escolhas, além de mostrar por que técnicas centenárias permanecem atuais como nunca.
arte (na) gráfica
com: Claudio Rocha (Oficina Tipográfica São Paulo), Gilberto Tomé (Gráficafábrica), Gustavo Piqueira (Casa Rex) e Sílvia Nastari (Quelônio). Mediação de Fabio Silveira (Istituto Europeo di Design)
#debate

Sexta, 28/07

10h
Criatividade e Inovação no Mercado Editorial

Como podemos repensar novos modelos de negócio para o mercado editorial? Esta oficina vai provocar nos participantes a reflexão, trabalhando dinâmicas de inovação em design para propor uma experiência de compartilhamento de ideias e soluções para este mercado. Os facilitadores Ivan Zumalde e Fabio Silveira usarão dinâmicas de grupo e processos manuais em sua metodologia
com: Ivan Zumalde e Fabio Silveira
#oficina gratuita – vagas limitadas

13h30
Livros sem palavras

com Maria Helena Pereira da Silva (IED)
#conversas

 

Saiba mais sobre o evento e faça a sua inscrição nas oficinas em http://iedm.io/acasadopapel

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O TRABALHO INSPIRADOR DE LUCAS GINI

O trabalho inspirador de Lucas Gini

 

Temos o orgulho de ter conosco muitos ex-alunos que brilham cada dia mais no universo do design. Lucas Gini é um deles. Venha conhecer um pouco mais sobre ele com a gente:

 

IED – Como foi sua decisão de vir para o mundo do Design?
Lucas Gini – Foi um processo longo. Quando decidi fazer faculdade, saindo do colegial, e por mais alguns anos enquanto estudei publicidade, não sabia o que é design, as áreas e divisões dentro do termo “design”, o que se faz, em que empresas, pra que empresas, etc.
Fui descobrindo meu interesse pelo design gráfico online em blogs e sites relacionados, e quando me formei em publicidade, em 2013, estava decidido a dar um passo atrás pra mudar minha carreira e o mercado em que atuava.

IED – Qual o maior desafio logo no início?
Lucas Gini – Acho que o início do estudo de design é desafiador em muitos âmbitos, porque, em geral, não estamos acostumados a enxergar o mundo sob um ponto de vista de sintaxe visual, e decodificar a linguagem visual, tanto quanto estamos com a linguagem verbal. É quase como uma alfabetização, e abre uma série de portas que demandam também escolhas de foco de atuação e etc. No entanto, os desafios são muito estimulantes.

IED – Você já viu usabilidade e facilidade para entrar no mercado em meio ao curso. À que você atribui essa sua facilidade?
Lucas Gini – Acho que os pontos mais importantes no início são:
• criar para portfólio (isso vale não só pro início, mas pela carreira toda), ainda que não exista um cliente ou projeto para o qual você é contratado;
• conhecer o máximo de gente possível (também vale pra carreira toda, e é importante ir em eventos e valorizar o contato com professores e colegas);
• mostrar vontade de começar/trabalhar/melhorar (em especial pra bons contatos ou em entrevistas de trabalho).

 

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Lucas citou a importância do contato com professores não apenas no momento das aulas e então fomos conversar com Fabio Silveira, um de seus professores na graduação:

 

“Foi um aluno excepcional desde o começo do curso até sua conclusão. Um rapaz focado, determinado e muito talentoso. O que mais me chamava atenção era sua curiosidade para todos os assuntos, característica de pessoas inteligentes e criativas. A tipografia,em especial, se tornou sua grande paixão neste percurso. Ele é obcecado pelos princípios de boa legibilidade e do que as letras podem representar e com isso virou um exímio desenhista das letras. Foi um prazer enorme enquanto docente ter participado desta trajetória.”

 

IED – Como o IED te ajudou a alçar voo na carreira?
Lucas Gini – Dos três pontos que mencionei, o IED me ajudou bastante com dois: criar peças para portfólio e conhecer pessoas influentes do mercado.
Eu já tinha um portfólio quando iniciei o curso, mas era totalmente focado em publicidade, e os trabalhos do IED foram substituindo isso até eu conseguir montar algo mais direcionado à design gráfico, de fato.
Além disso, através de pessoas que conheci no IED tive diversas oportunidades e projetos bem interessantes. Além de amigos, são contatos importantes para a vida de trabalho.

IED – Você tinha alguma matéria favorita? Se sim, qual e porque?
Lucas Gini – Tive muitas matérias que gostei muito, e acho que as de Projeto Gráfico são provavelmente as que mais dão possibilidade de aprendizado integrado e de criar projetos interessantes. Mas as minhas favoritas foram as de Tipografia e Ilustração, porque são as áreas que mais gosto dentro do universo do design gráfico.

IED – Seu projeto Vicente Sem Dente foi o primeiro em Design ou já tinha arriscado algo antes? Conta um pouco pra gente como foi o processo e descreve a sensação?
Lucas Gini – Eu já tinha projetos no portfólio e já trabalhava na área de design de uma consultoria de branding, mas esse foi o primeiro projeto completo de ilustração.
O processo teve bastante experimentação até eu encontrar um traço que me agradava pra aquela história (que foi escrita por um amigo meu), e teve duas etapas: a primeira pra entrega na faculdade, porque era um trabalho do 3º semestre, e uma segunda em que ajustei todas as cores e refiz a maioria das ilustrações com mais cuidado; tirei férias do trabalho pra fazer isso e aproveitei as férias da faculdade junto.

IED – Está trabalhando em algo especial agora? Pode contar?
Lucas Gini – Tenho alguns projetos agora. Na verdade hoje atuo como designer freelancer, então tenho alguns projetos com clientes, e projetos pessoais como séries de ilustração e o desenvolvimento de uma segunda fonte com base na que criei no TCC do IED.

 

https://www.instagram.com/p/BTbugmlhjWb/?taken-by=gini.lucas

 

IED – Qual a sua maior inspiração de Gráfico e Digital no momento?
Lucas Gini – Difícil definir, até porque acredito que a velocidade da internet nos faz mudar de referências a todo tempo. É interessante buscar uma curadoria das referências que temos, até em grupo, se possível. Atualmente não consigo citar nomes, mas busco referências em artes.

IED – Algum nome do mercado em especial que você indicaria para os alunos que estão começando acompanharem de perto?
Lucas Gini – Existem várias empresas muito boas de design gráfico no Brasil e no mundo, acho legal buscar através de entidades como a ADG.
Mas, ainda mais importante, pesquisar referências antigas, que criaram vários padrões que conhecemos hoje no design gráfico.

IED – Para finalizar, o que te inspira hoje?
Lucas Gini – Para projetos de clientes, são as referências, como disse, mas é bem específico pra cada proposta. Para projetos pessoais, literatura, cinema e artes plásticas.

 

New cards ready to go!

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Acompanhe o Lucas nas redes e fique em contato com seu trabalho!

http://lucasgini.com/
https://www.instagram.com/gini.lucas/
be.net/gini

 

Conheça o curso de Graduação em Design Gráfico e Digital do IED São Paulo, acessando a página do curso http://iedm.io/design-grafdig

IED SãO PAULO NO FILE 2017

IED São Paulo no FILE 2017

Mais de 350 obras e instalações nacionais e internacionais prometem despertar sensações e experiências únicas no maior festival de arte e tecnologia da América Latina, de 18 de julho a 3 de setembro. A 18ª edição inclui ainda, palestras e workshops. Toda a programação é gratuita.

 

A coordenadora do curso de Design Gráfico e Digital do IED São Paulo, Eliane Weizmann faz parte da equipe do FILE há 18 anos. Ela é coordenadora do educativo, fazendo a seleção, formação e coordenação da equipe de mediadores culturais do festival.
O IED é parceiro desde 2011 cedendo espaço para a seleção e formação da equipe e muitos alunos já fizeram parte da equipe, inclusive como estágio obrigatório.
Este ano ampliamos a parceria oferecendo 2 workshops dentro da programação de workshops do festival. Confira:

Tema: Vestíveis e Fashiontech
– Profa. Célia Fernandes
18/07 e 19/07
das 14h às 18h
Sala 3
Discute a influência das Tecnologias Vestíveis no contexto atual. Uma reflexão sobre a implementação das tecnologias emergentes em técnicas convencionais que dão suporte a processos de criação de moda, arte e design.
Tema: Design paramétrico com arduíno e grasshoper

– Prof. Henrique Stabile

20/07 e 21/07
das 18h às 22h
Sala 3
O objetivo da oficina é apresentar e ensinar técnicas de design paramétrico e de design de interação através das ferramentas Arduino, Rhinoceros, Grasshopper e seus respectivos plugins.
A exposição reúne 370 trabalhos – desde instalações interativas, jogos eletrônicos e animações, até gifs, videoartes, sonoridades eletrônicas e projeções – produzidos por 339 artistas estrangeiros e 18 brasileiros.
Para alunos de gráfico e produto além das instalações tem 9 projetos de realidade virtual, 4 games, animações e premiados de GIFs, destaque:
Animações do Faiyaz Jafri, animador holandês que já participou de diversos festivais e museus inclusive o MOMA de NY. Já atendeu clientes comerciais tais como IBM, Coca-Cola, e Ford.
Realidade Virtual (ilustração, animação)
Oculus Story Studio – Dear Angelica – Estados Unidos | United States 
Uma jornada através dos modos mágicos e oníricos que nos lembramos de nossos entes queridos. Totalmente pintado à mão dentro de uma realidade virtual, “Dear Angelica” (Querida Angelica) se passa em uma série de memórias que se desenrolam ao seu redor.
 
Marc Lee – 10.000 moving cities – same but different – Suíça | Switzerland 
“10.000 moving cities – same but different” (10.000 cidades em movimento – igual, porém diferente) lida com a urbanização e a globalização na era digital. O usuário se movimenta através de mundos visuais postados publicamente por outras pessoas em redes sociais como YouTube, Flickr, Freesound e Twitter.
GIF
FILE GIF AWARD 2017 1º Lugar 
Nicola Gastaldi – Gastaloops – Inglaterra | England 100 
GIFs animados em 100 dias, “Gastalooops” é um projeto pessoal desenvolvido com regras rigorosas: 3 cores, repetições, 50 quadros. Como um diário visual, Gasta brincou com padrões, ilusões de ótica, objetos de minha vida diária, medos e obsessões típicas de Londres.
Moda destaque:
Amy Karle – Internal Collection – Estados Unidos | United States
Alternando convenções sobre o corpo e a beleza, as seleções da “Internal Collection” 3 (Coleção Interna) mostradas no FILE representam a anatomia interna em forma vestível externa. Fundindo anatomia, moda e tecnologia, cada peça é criada à mão e com tecnologias de fabricação digital. Ao retratar designs inspirados pela anatomia, esta obra comunica que, quando compartilhamos nossa semelhança e o que está acontecendo dentro de nós, uma oportunidade é oferecida para encontrar a beleza dentro de nós mesmos e a conexão com os outros.
Para saber mais sobre a Festival e ter acesso à programação completa, acesse: www.file.org.br

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FELIPE LUNA, ALUNO DE DESIGN GRáFICO E DIGITAL, CONTA O PROCESSO DE TRANSFERêNCIA PARA O IED SãO PAULO

Felipe Luna, aluno de Design Gráfico e Digital, conta o processo de transferência para o IED São Paulo

Um dos projetos idealizados pelo estudante é esta instalação que releva o sentido da felicidade
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Antes de estudar Design Gráfico e Digital no Istituto Europeo di Design São Paulo, o aluno Felipe Luna passou por um processo de transferência de faculdade. Vários fatores foram relevantes e fundamentais para a escolha da nova instituição de ensino, entre eles, o diferencial da formação unificada em Design Gráfico e Digital.
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O IED São Paulo conversou com Felipe para compreender o impacto da mudança na sua carreira e, ainda, conhecer sua nova vida acadêmica após uma tomada de decisão tão importante.
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Processo de brainstorm para o projeto do Laboratório de Comunicação sobre o desenvolvimento de um conceito a respeito de economia compartilhada.
Na foto, Murilo Ribeiro, aluno de Design Gráfico e Digital que também se transferiu para o IED São Paulo junto com o amigo Felipe.
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IED São Paulo: Você veio de outra faculdade e escolheu o IED para continuar seus estudos. Qual foi o diferencial do curso de Design Gráfico e Digital do IED São Paulo?
Felipe Luna: Escolhi o IED São Paulo por acreditar que o curso tem uma grade muito bem estruturada para o Design. Aqui sinto mais confiança de que serei um profissional completo. Além do curso se destacar por incluir o Design Digital na grade com o mesmo peso do Design Gráfico.
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IED SP: Até o momento, quais matérias foram mais relevantes no curso?
F.L.: Gostei muito de ter feito as matérias mais projetuais e metodológicas nesse meu 2º semestre na faculdade: Projeto e Inovação, Design e Sustentabilidade e Laboratórios de Design e de Comunicação. Achei interessante a preocupação com a estruturação dos projetos com ênfase em desenvolver cada etapa.
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IED SP: Teve algum projeto disciplinar marcante criado em sala de aula?
F.L.: Os projetos dessas matérias que eu mencionei acima me marcaram justamente pelo fato de eu ter me empenhado bastante em montar uma estrutura que fizesse sentido para que o projeto se sustentasse. Respectivamente, para essas matérias, fizemos uma instalação para traduzir o sentido da felicidade, projetei uma rede de compartilhamento que visa à saúde da população idosa em um site, tivemos um Pitch Fights com ideias sobre economia colaborativa e fizemos um manifesto para os estudantes de Arquitetura e Design.
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Vídeo com o processo da instalação criado por Felipe e seu grupo de trabalho para a matéria de Projeto e Inovação

  
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·IED SP: Como são os professores e qual é a sua avaliação quanto a estrutura oferecida pelo IED?
F.L.: Os professores estão sempre dispostos a ajudar. Pelo fato das turmas serem reduzidas, os professores conseguem dar atenção especial a cada aluno, com um atendimento bem mais próximo. Nessas matérias de projeto, sempre fazíamos atendimento com os professores para saber os melhores caminhos para o desenvolvimento. A faculdade também conta com diversos laboratórios e técnicos prontos a nos auxiliar em trabalhos mais manuais, por exemplo, nos laboratórios de design, fotografia e moda.
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IED SP: Você indicaria o curso de Design Gráfico e Digital para seus amigos?
F.L.: Indico com certeza. Quando decidi fazer a transferência para o IED, trouxe dois amigos comigo. E continuei conversando com os outros amigos da antiga faculdade falando sobre o curso e os diferenciais. Já falei até sobre a pós-graduação para meus colegas de trabalho!
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Processo da instalação
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IED SP: O que você almeja enquanto estiver estudando no IED?
F.L.: Dentro do IED quero me dedicar ainda aos vários projetos que terei ao longo do curso, me aprofundar nas várias vertentes do Design Gráfico e Digital, experimentar e criar, inventar e errar… Acredito que agora seja esse momento! E sei que terei todo o suporte para isso.
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IED SP: E depois de formado? Como você imagina seu futuro?
F.L.: Já estou de olho nos cursos de pós-graduação do IED! Acho que terei mais maturidade para escolher uma especialização dentro do Design para crescer na carreira como um profissional completo e multidisciplinar.
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Site desenvolvido por Felipe para o projeto da disciplina Design e Sustentabilidade
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Faça como o Felipe e venha para a faculdade que valoriza o saber e saber fazer!
Peça transferência para o IED São Paulo. Bacharelado em 3 anos com experiência internacional.
Saiba mais!
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Rua Maranhão, 617
Higienópolis
01240-001
+55 11 3660 8000

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