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ALUNOS CRIAM VINHETA PARA FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO

Alunos criam vinheta para festival de cinema italiano

Os estudantes foram responsáveis pelo projeto do vídeo, que apresenta referências da cultura italiana e brasileira

Em sua primeira edição, o Italian Film Fest surge com a intenção de juntar o melhor do audiovisual italiano com a cultura paulistana. Entre 10 e 21 de outubro, em diversas locações, serão apresentadas propostas ligadas às tradições culturais da Itália, com o objetivo de celebrar o cinema clássico e contemporâneo, grandes atores e autores, técnicos, produções, as novas plataformas, fotografia, documentários, vídeos industriais, moda, costume, comida e vinho.

O IED São Paulo, que está apoiando o evento, foi responsável pela produção de uma vinheta de divulgação do festival a partir do trabalho dos alunos da graduação de Design Gráfico e Digital, que desenvolveram todas as etapas do projeto, desde o atendimento ao cliente até a entrega final.

“Encontramos os responsáveis pelo festival em um primeiro momento em que os alunos fizeram perguntas e foi estabelecido um briefing de comum acordo. Depois passamos semanas pesquisando e estudando referências, testando possibilidades, discutindo”, comenta o professor do curso e orientador do projeto, Daniel Grizante.

O resultado da produção foi uma vinheta de 30 segundos inspirada na abertura de um clássico filme italiano Il Compagno Don Camillo de Luigi Comencini, que possui abertura feita pelo designer italiano Iginio Lardani, dando o tom de homenagem à peça.

De acordo com o professor, as ilustrações da vinheta representam as duas culturas envolvidas. “Ela é um jogo/brincadeira entre dois chapéus como metáfora para uma relação entre culturas distintas, a brasileira e a italiana. Um dos chapéus é de Totò, ator italiano homenageado na mostra, e o outro é um chapéu panamá, típico de sambistas”, descreve Grizante.

Para sua execução, houve a captação em estúdio de cenas para serem usadas. Em seguida, os alunos realizaram uma rotoscopia, processo trabalhoso em que cada frame do filme serve de base para um desenho. “Foram ao todo 405 desenhos realizados pela equipe, além de várias ilustrações”, detalha o orientador do projeto – montado e animado seguindo preceitos de direção de arte selecionados pelo grupo.

“Os projetos práticos para os alunos em formação são incríveis. Com eles trazemos o mundo real para a academia, proporcionando experiência profissional e entendimento de briefing, cliente, postura, prazo de entrega, que são pontos fundamentais para sair da faculdade mais robusto diante do mercado. Além de aumentar a gama de projetos com qualidade nos nossos portfólios”, afirma o aluno do 5º semestre de Design Gráfico e Digital, Bruno Rafael Eid, que participou do desenvolvimento da vinheta.

Nesse sentido, Grizante completa: “Participar de projetos assim é um privilégio, ainda mais em projetos de animação que são essencialmente coletivos devido à alta complexidade de produção.”. Para o estudante, esse tipo de envolvimento agrega conhecimento, trabalho em equipe, liderança e processo de design. Ao lado de Eid, também participaram os alunos Desireé Settembre Costa, Ana Karolina Vieira da Silva, Erick Kessar Rego Barros, Isabella Mazolini Miqueletti e Isabela Shiozuka Pareletti.

Como parte da programação, o IED São Paulo também receberá, no dia 16 de outubro às 18h, um debate – seguido de um coquetel – para abordar o papel das mulheres no audiovisual e a importância de se preservar um cinema feito de mulheres, com a participação das cineastas brasileiras: Caru Alves de Souza, Rita Batata, e Tatiana Lohmann. A entrada é gratuita e não requer inscrições.

#IEDNAFLIP | CASA DO PAPEL OFERECE EXPERIêNCIAS GRáFICAS NA FLIP 2017

#IEDnaFLIP | Casa do Papel oferece experiências gráficas na FLIP 2017

Público aprenderá gratuitamente técnicas de serigrafia, tipografia, carimbo e encadernação

 

 

Durante a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), de 26 a 30 de julho, a Casa do Papel, um espaço dedicado à arte gráfica, abrirá suas portas pela primeira vez. Ao longo do dia, impressores, encadernadores e designers estarão à disposição do público para ensinar técnicas de serigrafia, tipografia, encadernação e carimbos. As atividades serão gratuitas.

A Casa do Papel é uma iniciativa da fabricante de papel italiana Fedrigoni, IED (Istituto Europeo di Design), ABER (Associação Brasileira de Encadernação e Restauro) e editora Lote 42, localizada na avenida Otávio Gama, 118.

Interessados poderão se dirigir à Casa do Papel para fazer experimentações práticas de diversas técnicas de impressão e acabamento. A encadernação será ensinada por profissionais da ABER, sob supervisão da presidente Estela Vilela. A Sutto comandará as impressões em serigrafia; a Oficina Tipográfica São Paulo operará a tipografia e as técnicas de carimbo serão mediadas pela editora Gráficafábrica. Profissionais da Fedrigoni estarão à disposição para esclarecer dúvidas relacionadas aos diferentes tipos de papel.

É a primeira vez na história da Flip que uma casa será dedicada a pensar na dimensão física do livro, indo do papel, passando pelas técnicas de impressão, pelo design gráfico e até o acabamento. Chega em um momento no qual uma nova geração de artistas e editores extrapola os limites da materialidade de suas publicações.

Nos últimos anos, eventos dedicados a publicações que misturam literatura e arte visual se espalharam pelo Brasil. São Paulo (feira Miolo(s), Plana, Tijuana), Rio de Janeiro (Pãodeforma), Salvador (Paraguassu, Ladeira), Brasília (Dente, A Outra Margem), Florianópolis (Parque Gráfico), Porto Alegre (Parada Gráfica), Curitiba (Grampo), são alguns exemplos de cidades com eventos dedicados ao movimento.

A Casa do Papel também oferecerá oficinas, debates, lançamentos, exposição e cinema, com intensa programação da manhã à noite. Confira a programação em parceria com o IED SP:

 

Quarta, 26/07

17h
O papel do papel: um papo a favor da fibra

Com milênios de idade, o papel continua com muito a dizer. Na abertura oficial do espaço, descubra as possibilidades expressivas que só o livro impresso pode alcançar. Saiba também como surgiu o namoro de uma marca de papel, uma editora, uma associação de encadernação e um instituto de design para fazer a Casa do Papel.
o papel do papel: um papo a favor da fibra
com: Cecilia Arbolave (Lote 42), Estela Vilela (Aber), Hide Silva (Fedrigoni)
e Ricardo Peruchi (Istituto Europeo di Design)
#debate

Quinta, 27/07

10h
Design de Capas de Livros

Esta oficina fará uma experimentação criativa na criação
e desenvolvimento de capas para livros. Haverá uma exposição de conceitos e exploração do uso de linguagens visuais variadas para traduzir o espírito de uma obra literária através dos recursos de design.
#oficina gratuita – vagas limitadas

11h30
Infografia para Livros

Alex Mazzini, da editora Altamira e professor do IED São Paulo, apresenta técnicas de como construir infográficos utilizando o pensamento visual [Visual Thinking] para organização de informações. Serão abordados os principais recursos de diagramas, gráficos variados, fluxogramas, gráfico de correlação, etc.
#oficina gratuita – vagas limitadas

13h30
Novo perfil do profissional de design editorial

com Alex Mazzini, Fabio Silveira e Maria Helena Pereira da Silva (IED)
#conversa

15h30
Esgotados, esquecidos, malditos e não editados

com Ric Peruchi (IED)
#conversa

18h
Arte (na) Gráfica

Quando se pensa na dimensão física do livro, um leque de possibilidades narrativas se abre. Neste encontro, impressores, editores e artistas que dominam a arte gráfica compartilham suas referências e escolhas, além de mostrar por que técnicas centenárias permanecem atuais como nunca.
arte (na) gráfica
com: Claudio Rocha (Oficina Tipográfica São Paulo), Gilberto Tomé (Gráficafábrica), Gustavo Piqueira (Casa Rex) e Sílvia Nastari (Quelônio). Mediação de Fabio Silveira (Istituto Europeo di Design)
#debate

Sexta, 28/07

10h
Criatividade e Inovação no Mercado Editorial

Como podemos repensar novos modelos de negócio para o mercado editorial? Esta oficina vai provocar nos participantes a reflexão, trabalhando dinâmicas de inovação em design para propor uma experiência de compartilhamento de ideias e soluções para este mercado. Os facilitadores Ivan Zumalde e Fabio Silveira usarão dinâmicas de grupo e processos manuais em sua metodologia
com: Ivan Zumalde e Fabio Silveira
#oficina gratuita – vagas limitadas

13h30
Livros sem palavras

com Maria Helena Pereira da Silva (IED)
#conversas

 

Saiba mais sobre o evento e faça a sua inscrição nas oficinas em http://iedm.io/acasadopapel

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O TRABALHO INSPIRADOR DE LUCAS GINI

O trabalho inspirador de Lucas Gini

 

Temos o orgulho de ter conosco muitos ex-alunos que brilham cada dia mais no universo do design. Lucas Gini é um deles. Venha conhecer um pouco mais sobre ele com a gente:

 

IED – Como foi sua decisão de vir para o mundo do Design?
Lucas Gini – Foi um processo longo. Quando decidi fazer faculdade, saindo do colegial, e por mais alguns anos enquanto estudei publicidade, não sabia o que é design, as áreas e divisões dentro do termo “design”, o que se faz, em que empresas, pra que empresas, etc.
Fui descobrindo meu interesse pelo design gráfico online em blogs e sites relacionados, e quando me formei em publicidade, em 2013, estava decidido a dar um passo atrás pra mudar minha carreira e o mercado em que atuava.

IED – Qual o maior desafio logo no início?
Lucas Gini – Acho que o início do estudo de design é desafiador em muitos âmbitos, porque, em geral, não estamos acostumados a enxergar o mundo sob um ponto de vista de sintaxe visual, e decodificar a linguagem visual, tanto quanto estamos com a linguagem verbal. É quase como uma alfabetização, e abre uma série de portas que demandam também escolhas de foco de atuação e etc. No entanto, os desafios são muito estimulantes.

IED – Você já viu usabilidade e facilidade para entrar no mercado em meio ao curso. À que você atribui essa sua facilidade?
Lucas Gini – Acho que os pontos mais importantes no início são:
• criar para portfólio (isso vale não só pro início, mas pela carreira toda), ainda que não exista um cliente ou projeto para o qual você é contratado;
• conhecer o máximo de gente possível (também vale pra carreira toda, e é importante ir em eventos e valorizar o contato com professores e colegas);
• mostrar vontade de começar/trabalhar/melhorar (em especial pra bons contatos ou em entrevistas de trabalho).

 

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Lucas citou a importância do contato com professores não apenas no momento das aulas e então fomos conversar com Fabio Silveira, um de seus professores na graduação:

 

“Foi um aluno excepcional desde o começo do curso até sua conclusão. Um rapaz focado, determinado e muito talentoso. O que mais me chamava atenção era sua curiosidade para todos os assuntos, característica de pessoas inteligentes e criativas. A tipografia,em especial, se tornou sua grande paixão neste percurso. Ele é obcecado pelos princípios de boa legibilidade e do que as letras podem representar e com isso virou um exímio desenhista das letras. Foi um prazer enorme enquanto docente ter participado desta trajetória.”

 

IED – Como o IED te ajudou a alçar voo na carreira?
Lucas Gini – Dos três pontos que mencionei, o IED me ajudou bastante com dois: criar peças para portfólio e conhecer pessoas influentes do mercado.
Eu já tinha um portfólio quando iniciei o curso, mas era totalmente focado em publicidade, e os trabalhos do IED foram substituindo isso até eu conseguir montar algo mais direcionado à design gráfico, de fato.
Além disso, através de pessoas que conheci no IED tive diversas oportunidades e projetos bem interessantes. Além de amigos, são contatos importantes para a vida de trabalho.

IED – Você tinha alguma matéria favorita? Se sim, qual e porque?
Lucas Gini – Tive muitas matérias que gostei muito, e acho que as de Projeto Gráfico são provavelmente as que mais dão possibilidade de aprendizado integrado e de criar projetos interessantes. Mas as minhas favoritas foram as de Tipografia e Ilustração, porque são as áreas que mais gosto dentro do universo do design gráfico.

IED – Seu projeto Vicente Sem Dente foi o primeiro em Design ou já tinha arriscado algo antes? Conta um pouco pra gente como foi o processo e descreve a sensação?
Lucas Gini – Eu já tinha projetos no portfólio e já trabalhava na área de design de uma consultoria de branding, mas esse foi o primeiro projeto completo de ilustração.
O processo teve bastante experimentação até eu encontrar um traço que me agradava pra aquela história (que foi escrita por um amigo meu), e teve duas etapas: a primeira pra entrega na faculdade, porque era um trabalho do 3º semestre, e uma segunda em que ajustei todas as cores e refiz a maioria das ilustrações com mais cuidado; tirei férias do trabalho pra fazer isso e aproveitei as férias da faculdade junto.

IED – Está trabalhando em algo especial agora? Pode contar?
Lucas Gini – Tenho alguns projetos agora. Na verdade hoje atuo como designer freelancer, então tenho alguns projetos com clientes, e projetos pessoais como séries de ilustração e o desenvolvimento de uma segunda fonte com base na que criei no TCC do IED.

 

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IED – Qual a sua maior inspiração de Gráfico e Digital no momento?
Lucas Gini – Difícil definir, até porque acredito que a velocidade da internet nos faz mudar de referências a todo tempo. É interessante buscar uma curadoria das referências que temos, até em grupo, se possível. Atualmente não consigo citar nomes, mas busco referências em artes.

IED – Algum nome do mercado em especial que você indicaria para os alunos que estão começando acompanharem de perto?
Lucas Gini – Existem várias empresas muito boas de design gráfico no Brasil e no mundo, acho legal buscar através de entidades como a ADG.
Mas, ainda mais importante, pesquisar referências antigas, que criaram vários padrões que conhecemos hoje no design gráfico.

IED – Para finalizar, o que te inspira hoje?
Lucas Gini – Para projetos de clientes, são as referências, como disse, mas é bem específico pra cada proposta. Para projetos pessoais, literatura, cinema e artes plásticas.

 

New cards ready to go!

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Acompanhe o Lucas nas redes e fique em contato com seu trabalho!

http://lucasgini.com/
https://www.instagram.com/gini.lucas/
be.net/gini

 

Conheça o curso de Graduação em Design Gráfico e Digital do IED São Paulo, acessando a página do curso http://iedm.io/design-grafdig

IED SãO PAULO NO FILE 2017

IED São Paulo no FILE 2017

Mais de 350 obras e instalações nacionais e internacionais prometem despertar sensações e experiências únicas no maior festival de arte e tecnologia da América Latina, de 18 de julho a 3 de setembro. A 18ª edição inclui ainda, palestras e workshops. Toda a programação é gratuita.

 

A coordenadora do curso de Design Gráfico e Digital do IED São Paulo, Eliane Weizmann faz parte da equipe do FILE há 18 anos. Ela é coordenadora do educativo, fazendo a seleção, formação e coordenação da equipe de mediadores culturais do festival.
O IED é parceiro desde 2011 cedendo espaço para a seleção e formação da equipe e muitos alunos já fizeram parte da equipe, inclusive como estágio obrigatório.
Este ano ampliamos a parceria oferecendo 2 workshops dentro da programação de workshops do festival. Confira:

Tema: Vestíveis e Fashiontech
– Profa. Célia Fernandes
18/07 e 19/07
das 14h às 18h
Sala 3
Discute a influência das Tecnologias Vestíveis no contexto atual. Uma reflexão sobre a implementação das tecnologias emergentes em técnicas convencionais que dão suporte a processos de criação de moda, arte e design.
Tema: Design paramétrico com arduíno e grasshoper

– Prof. Henrique Stabile

20/07 e 21/07
das 18h às 22h
Sala 3
O objetivo da oficina é apresentar e ensinar técnicas de design paramétrico e de design de interação através das ferramentas Arduino, Rhinoceros, Grasshopper e seus respectivos plugins.
A exposição reúne 370 trabalhos – desde instalações interativas, jogos eletrônicos e animações, até gifs, videoartes, sonoridades eletrônicas e projeções – produzidos por 339 artistas estrangeiros e 18 brasileiros.
Para alunos de gráfico e produto além das instalações tem 9 projetos de realidade virtual, 4 games, animações e premiados de GIFs, destaque:
Animações do Faiyaz Jafri, animador holandês que já participou de diversos festivais e museus inclusive o MOMA de NY. Já atendeu clientes comerciais tais como IBM, Coca-Cola, e Ford.
Realidade Virtual (ilustração, animação)
Oculus Story Studio – Dear Angelica – Estados Unidos | United States 
Uma jornada através dos modos mágicos e oníricos que nos lembramos de nossos entes queridos. Totalmente pintado à mão dentro de uma realidade virtual, “Dear Angelica” (Querida Angelica) se passa em uma série de memórias que se desenrolam ao seu redor.
 
Marc Lee – 10.000 moving cities – same but different – Suíça | Switzerland 
“10.000 moving cities – same but different” (10.000 cidades em movimento – igual, porém diferente) lida com a urbanização e a globalização na era digital. O usuário se movimenta através de mundos visuais postados publicamente por outras pessoas em redes sociais como YouTube, Flickr, Freesound e Twitter.
GIF
FILE GIF AWARD 2017 1º Lugar 
Nicola Gastaldi – Gastaloops – Inglaterra | England 100 
GIFs animados em 100 dias, “Gastalooops” é um projeto pessoal desenvolvido com regras rigorosas: 3 cores, repetições, 50 quadros. Como um diário visual, Gasta brincou com padrões, ilusões de ótica, objetos de minha vida diária, medos e obsessões típicas de Londres.
Moda destaque:
Amy Karle – Internal Collection – Estados Unidos | United States
Alternando convenções sobre o corpo e a beleza, as seleções da “Internal Collection” 3 (Coleção Interna) mostradas no FILE representam a anatomia interna em forma vestível externa. Fundindo anatomia, moda e tecnologia, cada peça é criada à mão e com tecnologias de fabricação digital. Ao retratar designs inspirados pela anatomia, esta obra comunica que, quando compartilhamos nossa semelhança e o que está acontecendo dentro de nós, uma oportunidade é oferecida para encontrar a beleza dentro de nós mesmos e a conexão com os outros.
Para saber mais sobre a Festival e ter acesso à programação completa, acesse: www.file.org.br

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FELIPE LUNA, ALUNO DE DESIGN GRáFICO E DIGITAL, CONTA O PROCESSO DE TRANSFERêNCIA PARA O IED SãO PAULO

Felipe Luna, aluno de Design Gráfico e Digital, conta o processo de transferência para o IED São Paulo

Um dos projetos idealizados pelo estudante é esta instalação que releva o sentido da felicidade
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Antes de estudar Design Gráfico e Digital no Istituto Europeo di Design São Paulo, o aluno Felipe Luna passou por um processo de transferência de faculdade. Vários fatores foram relevantes e fundamentais para a escolha da nova instituição de ensino, entre eles, o diferencial da formação unificada em Design Gráfico e Digital.
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O IED São Paulo conversou com Felipe para compreender o impacto da mudança na sua carreira e, ainda, conhecer sua nova vida acadêmica após uma tomada de decisão tão importante.
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Processo de brainstorm para o projeto do Laboratório de Comunicação sobre o desenvolvimento de um conceito a respeito de economia compartilhada.
Na foto, Murilo Ribeiro, aluno de Design Gráfico e Digital que também se transferiu para o IED São Paulo junto com o amigo Felipe.
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IED São Paulo: Você veio de outra faculdade e escolheu o IED para continuar seus estudos. Qual foi o diferencial do curso de Design Gráfico e Digital do IED São Paulo?
Felipe Luna: Escolhi o IED São Paulo por acreditar que o curso tem uma grade muito bem estruturada para o Design. Aqui sinto mais confiança de que serei um profissional completo. Além do curso se destacar por incluir o Design Digital na grade com o mesmo peso do Design Gráfico.
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IED SP: Até o momento, quais matérias foram mais relevantes no curso?
F.L.: Gostei muito de ter feito as matérias mais projetuais e metodológicas nesse meu 2º semestre na faculdade: Projeto e Inovação, Design e Sustentabilidade e Laboratórios de Design e de Comunicação. Achei interessante a preocupação com a estruturação dos projetos com ênfase em desenvolver cada etapa.
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IED SP: Teve algum projeto disciplinar marcante criado em sala de aula?
F.L.: Os projetos dessas matérias que eu mencionei acima me marcaram justamente pelo fato de eu ter me empenhado bastante em montar uma estrutura que fizesse sentido para que o projeto se sustentasse. Respectivamente, para essas matérias, fizemos uma instalação para traduzir o sentido da felicidade, projetei uma rede de compartilhamento que visa à saúde da população idosa em um site, tivemos um Pitch Fights com ideias sobre economia colaborativa e fizemos um manifesto para os estudantes de Arquitetura e Design.
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Vídeo com o processo da instalação criado por Felipe e seu grupo de trabalho para a matéria de Projeto e Inovação

  
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·IED SP: Como são os professores e qual é a sua avaliação quanto a estrutura oferecida pelo IED?
F.L.: Os professores estão sempre dispostos a ajudar. Pelo fato das turmas serem reduzidas, os professores conseguem dar atenção especial a cada aluno, com um atendimento bem mais próximo. Nessas matérias de projeto, sempre fazíamos atendimento com os professores para saber os melhores caminhos para o desenvolvimento. A faculdade também conta com diversos laboratórios e técnicos prontos a nos auxiliar em trabalhos mais manuais, por exemplo, nos laboratórios de design, fotografia e moda.
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IED SP: Você indicaria o curso de Design Gráfico e Digital para seus amigos?
F.L.: Indico com certeza. Quando decidi fazer a transferência para o IED, trouxe dois amigos comigo. E continuei conversando com os outros amigos da antiga faculdade falando sobre o curso e os diferenciais. Já falei até sobre a pós-graduação para meus colegas de trabalho!
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Processo da instalação
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IED SP: O que você almeja enquanto estiver estudando no IED?
F.L.: Dentro do IED quero me dedicar ainda aos vários projetos que terei ao longo do curso, me aprofundar nas várias vertentes do Design Gráfico e Digital, experimentar e criar, inventar e errar… Acredito que agora seja esse momento! E sei que terei todo o suporte para isso.
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IED SP: E depois de formado? Como você imagina seu futuro?
F.L.: Já estou de olho nos cursos de pós-graduação do IED! Acho que terei mais maturidade para escolher uma especialização dentro do Design para crescer na carreira como um profissional completo e multidisciplinar.
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Site desenvolvido por Felipe para o projeto da disciplina Design e Sustentabilidade
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Faça como o Felipe e venha para a faculdade que valoriza o saber e saber fazer!
Peça transferência para o IED São Paulo. Bacharelado em 3 anos com experiência internacional.
Saiba mais!
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Rua Maranhão, 617
Higienópolis
01240-001
+55 11 3660 8000

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