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O que vale a pena na Casa Cor São Paulo 2015

1 de julho de 2015

Até o dia 12 de julho, o Jockey Club de São Paulo recebe mais uma edição da Casa Cor, considerada a maior mostra de decoração da América Latina. Mesmo com a proposta de reduzir o número de ambientes com relação às edições anteriores, os 70 espaços elaborados por diferentes profissionais e escritórios mantêm a grandiosidade do evento.

Para otimizar o tempo restante até o encerramento da 29ª Casa Cor, mapeamos alguns destaques que merecem ser conferidos de perto por estudantes, profissionais ou interessados nas áreas do design de interiores, decoração, arquitetura e paisagismo. Sustentabilidade e reaproveitamento de materiais são temas que permeiam toda a exposição, começando desde a entrada, no bosque tropical projetado por Gilberto Elkis.

 Aplicando o conceito de “menos é mais”, a Casa Cor paulista também tem como característica a inspiração na cultura brasileira desde objetos e materiais encontrados na fauna local, até a escolha de cores, texturas e obras de arte. Bons exemplos desta vertente foram os projetos “Brasil de Pau a Pique”, de Roberto Migotto, que utilizou peças de nomes como Sérgio Matos, Joaquim Tenreiro e Vik Muniz e “Haras Espelho D’Água”, de Ana Maria Vieira Santos, cujo ambiente de 550m² intercala móveis elegantes com plantas ornamentais e um espelho d’água pra lá de bucólico.

“Cada ambiente tem sua peculiaridade. Cada espaço tem uma assinatura importante dos melhores profissionais do mercado, e isso faz com que cada projeto apresentado seja único”, contextualiza Daniela Colnaghi, vice-presidente de marketing da Associação de Decoração do Estado de São Paulo (ADESP).

A arquiteta Myrna Porcaro apostou na composição entre referências brasileiras e a estética recorrente em ambientes de Miami. Artesanato, madeiras e outros materiais próprios do Brasil se fundiram à tecnologia e ao estilo de vida dos brasileiros que moram na famosa cidade costeira dos Estados Unidos. “A ideia é criar uma fusão entre duas culturas e estilos de vida”, explica Myrna.

Tem espaço até para imagens de índios Xingu do fotógrafo Victor Collor, usadas para compor o ambiente super otimizado de apenas 21m² do “Mini Estúdio”, criação de Caroline Elkis (vídeo). Uma cama suspensa, patenteada por ela, e mesas retráteis dentro de um armário foram algumas das soluções aplicadas. Projeto com proposta bem diferente ao de Bruna Fraccaroli, “Acqua Que Te Quero Água”, um salão de 300m² pensado para chefs e valorizado por uma cor de tom azul esverdeado, lançada com exclusividade pela arquiteta na Casa Cor 2015 com o nome de Silestone® Acqua Fraccaroli.

Sustentáveis e cada vez mais aprimorados esteticamente, os sistemas de iluminação de LED também estão presentes na Casa Cor 2015, tendência anunciada desde as edições anteriores. Há quatro anos, por exemplo, a designer de interiores Daniela Colnaghi já havia apostado no LED e materiais certificados e reaproveitáveis para compor os 50m² do seu “Refúgio Alma do Mar”.

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Como inspiração para o seu projeto, Daniela apostou na jovialidade e em horas de contemplação aos horizontes praianos que alia requinte e aspectos socioecológicos típicos da cultura litorânea.


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